Foto: AMOurém

O presidente da Assembleia Municipal de Ourém (AMO), João Moura, acompanhado de Ana Vieira e Valdemar Oliveira, secretários da mesa, encontram-se a realizar visitas às diversas instituições do concelho. Na última semana foi a vez da GNR de Fátima e dos Bombeiros de Ourém.

“Só conhecendo a realidade das nossas instituições podemos tomar as melhores decisões. É por isso que aqui estamos. Para nos darmos a conhecer, mas sobretudo para conhecer o vosso dia-a-dia, as vossas dificuldades, mas também os vossos êxitos”, refere João Moura em comunicado de imprensa.

Nos Bombeiros Voluntários de Ourém, os membros da Assembleia foram recebidos por elementos da direção e pelo comandante Guilherme Isidro. Rui Silva, presidente da direção, falou sobre o quotidiano desta associação, dando especial enfoque às “dificuldades do dia-a-dia”, que passam por ter que fazer “uma grande ginástica financeira para fazer face a todos os compromissos”.

Segundo os responsáveis estas dificuldades prendem-se sobretudo com o atraso nos pagamentos por parte dos serviços hospitalares. A realização de eventos é uma das medidas a que têm recorrido para angariar fundos, refere o texto.

Questionados sobre o funcionamento do Hospital de Leiria, garantem que o encaminhamento é positivo, contudo, as ambulâncias “chegam ali a ficar mais de três horas por falta de macas, para deixar os doentes”, mantendo deste modo as viaturas retidas. Conclui-se que o Hospital De Santo André de Leiria possui um número de utentes muito acima da sua capacidade de resposta, afirma.

Seguiu-se depois a visita à GNR de Fátima e de Ourém, onde foram recebidos pelo comandante do Destacamento de Tomar da GNR, Carlos Canatário. Além da visita às instalações, o encontro contou com um balanço da visita do Papa Francisco a Fátima.

“Neste momento há uma grande aposta em Fátima e não podemos baixar o nível que atingimos. Chegamos a um patamar de detalhe”, referiu Carlos Canatário. Neste contexto anunciou que a GNR está a trabalhar num de sistema de gestão da qualidade e que um dos postos selecionados é o de Fátima, avança.

Sobre o restante território, o responsável referiu que as grandes problemáticas assentam nos crimes contra o património (nomeadamente furtos no interior de residências) e nas burlas.

A sinistralidade rodoviária no concelho, os acessos a Fátima, o estacionamento na cidade de Fátima a criação de mais um posto da GNR no concelho e a distribuição dos efetivos pelo concelho foram outros dos assuntos abordados, termina a informação.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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