Foto: D.R.

No âmbito das celebrações dos 40 anos da Casa do Povo de Fátima, a instituição promove este fim de semana, dias 15, 16 e 17, um conjunto de iniciativas, entre as quais uma Festival Internacional de Folclore. No Mercado de Fátima vão atuar ranchos infantis e adultos, nacionais e internacionais.

“Há 40 anos, no dia 11 de setembro, nascia o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima”, refere a instituição em comunicado, inicialmente intitulado “Rancho da Fátima”. “Um rancho que desde cedo quis reavivar e manter as tradições do nosso antigamente. Passaram neste grupo, desde o seu início, perto de 400 pessoas de todos os lugares da nossa freguesia, assim como do nosso concelho e do concelho vizinho de Leiria. Desde os mais novos (alguns nasceram mesmo no rancho), aos mais velhos. Infelizmente, algumas das pessoas que por aqui passaram já partiram, mas muitas são as recordações que nos deixaram”, recorda.

O rancho cresceu e percorreu diversos países na Europa. Para celebrar os seus 40 anos, a Casa do Povo de Fátima organiza diversas atividades. “Começaremos na sexta-feira dia 15 de setembro por reunir o máximo de elementos e ex-elementos do nosso grupo, numa  noite que inicia com uma eucaristia de agradecimento e onde serão recordados os que já passaram pelo grupo, às 19h00 na Igreja Paroquial de Fátima, seguida de um jantar convívio”.

No sábado, dia 16, integrando as comemorações do centenário das aparições, decorre no Mercado de Fátima o encontro de Ranchos Infantis, pelas 18h00, seguido do Encontro de Tocadores de Instrumentos Tradicionais, pelas 21h30. No domingo realiza-se o Festival Internacional, com a presença de um grupo alemão, da cidade de Altötting, que está geminada com Ourém, pelas 15h00 no Mercado de Fátima.

O Festival tem o apoio do município de Ourém e junta de freguesia de Fátima.

Cláudia Gameiro

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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