Carina João Oliveira frisou o orgulho com a distinção nacional Foto: EHF/INSIGNARE

A Escola de Hotelaria de Fátima (EHF) recebeu na quinta-feira, 10 de dezembro, o prémio “Melhor Projeto Educacional” atribuído pelo Fórum Turismo no âmbito dos Hospitality Education Awards. A vitória, que se deveu ao projeto “Cozinhas do Mundo”, deixou a direção “orgulhosa” com esta afirmação do modelo educativo da instituição.

Em nota de imprensa, a EHF explica que este é um prémio nacional que distingue projetos, instituições e pessoas no setor da hotelaria e do turismo. A escola estava entre os cinco finalistas em duas categorias, tendo vencido o prémio de “Melhor Projeto Educacional”.

O prémio foi anunciado na quinta-feira numa gala que decorreu em videoconferência, para um universo de mais de 150 pessoas. A diretora-executiva da INSIGNARE, Carina João Oliveira, destacou “um orgulho muito grande, para todos os que desde o momento zero contribuíram para o sucesso desta escola”.

A distinção fica a dever-se ao conceito prático de apresentação das “Cozinhas do Mundo”, evento em que a EHF apresenta anualmente as provas finalistas dos alunos de Cozinha e Restaurante-Bar.

O júri deste prémios é constituído pelo Turismo de Portugal, a Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) a Rede de Instituições Públicas do Ensino Superior com Cursos na área do Turismo (RIPTUR) e a Organização Mundial de Turismo (OMT).

Em declarações ao mediotejo.net, Carina João de Oliveira frisou novamente o “orgulho” da vitória, decidida por um júri bastante importante, para uma escola que é, afinal, de pequena dimensão. “É o reconhecimento do que se faz há 30 anos”, sublinhou, nomeadamente o modelo de ensino praticado.

A pandemia e o confinamento em abril não permitiram realizar a edição de 2020 das “Cozinhas do Mundo”, mas a diretora espera que em 2021 existam condições para o efeito. O ensino profissional, em particular na área da cozinha e hotelaria, é essencialmente presencial, constatou, pelo que a escola está preparada para quaisquer medidas que tenha que cumprir.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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