Encontro de música experimental Pausa tem primeira edição em Ourém. Foto: Albardeira

O encontro de música experimental Pausa acontece pela primeira vez, este domingo 16 de março, em Ourém, com laboratório de exploração sonora, conversas e concertos, anunciou a organização. A iniciativa é da associação cultural Albardeira, que junta esforços com a Ourearte – Escola de Música e Artes de Ourém, para dedicar um dia a “desbravar o universo da música experimental”.

Em comunicado a Albardeira explica que “na imensidão do som, entre cada nota, reside a Pausa – um espaço de reflexão, de absorção e de comunhão entre compositor, intérprete e ouvinte. É deste silêncio cheio de significado que nasce este encontro de música experimental em Ourém”.

Pausa vai contar com vários artistas convidados, que se destacam por trabalharem “as infinitas possibilidades do som”, destaca a organização.

O encontro arranca às 10h30, de domingo, com o Laboratório de Exploração Sonora, orientado por Daniela Antunes e Guilherme Simões.

O desafio é “despertar o sentido de escuta, através da reflexão e experimentação com objetos do quotidiano”.

Os participantes serão desafiados a transformar objetos do dia-a-dia em instrumentos sonoros, “uma experiência prática onde o simples ato de ouvir se revela uma verdadeira aventura criativa”, antecipa a Albardeira.

À tarde, no auditório da Ourearte, em Ourém, há concertos do Grupo de Música Contemporânea da Ourearte, dirigido por João Quinteiro, e do Kodu Percussion Group, que se dedica à arte de fazer música através da percussão, exploram diferentes timbres, ideias e sonoridades.

Os espetáculos têm início às 16h00 e, no final, há conversa entre os artistas e o público.

O encontro Pausa termina às 18h30 com atuação dos Tropa Macaca, projeto de Joana da Conceição e André Abel que conta com quase duas décadas de atividade, misturando elementos do ‘noise’, da eletrónica e do ‘free jazz’.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

Leave a Reply