A academia de dança ‘Arabesque’, sediada em Ourém, representou este ano Portugal no World All Dance Internacional 2017, que decorreu em Orlando, na Florida (EUA), entre os dias 23 e 26 de novembro, tendo conquistado 11 prémios, incluindo um grande prémio de 1500 dólares para o solo contemporâneo
A equipa de 14 elementos (13 raparigas e um rapaz) competiu contra 27 países, em diferentes modalidades de dança, do ballet clássico à dança contemporânea.
Os jovens, entre os 10 e 13 anos, foram recebidos em festa aquando da chegada a Ourém, pelos pais e executivo municipal, no dia 28 de novembro, em momento que o mediotejo.net acompanhou.
O balanço de prémios, com oito primeiros lugares e três segundos lugares, foi “uma surpresa” para a própria diretora da Arabesque, Yolexis Santana, que acompanhou a equipa aos EUA. O campeonato nacional decorreu em abril, tendo a Arabesque conseguido a qualificação para representar Portugal.
Ao palco levaram solos, duetos, trios e danças de grupo, do ballet clássico à dança contemporânea. Luna Ribeiro, de 10 anos, venceria um grande prémio com o seu solo em dança contemporânea, um cheque de 1500 dólares.

Na chegada a Ourém, a equipa foi recebida pelos pais e amigos na Câmara Municipal, realizando-se uma pequena receção no auditório com a presença do executivo municipal. O presidente da Assembleia Municipal, João Moura, deixou os parabéns à equipa, adiantando que iria propor um voto de louvor à Arabesque em sede de Assembleia, o que efetivamente sucedeu esta semana. “O povo de Ourém está muito orgulhoso de vocês”, frisou.
Mensagem semelhante foi deixada pelo presidente da Câmara, Luís Albuquerque, que salientou o facto da equipa ter levado a bandeira do concelho, expondo-a em várias ocasiões. “O resultado que vocês conseguiram deve deixar-vos muito orgulhosos da vossa participação”, afirmou, mostrando disponibilidade do município para continuar a apoiar a Arabesque.
O grupo de bailarinos foi constituído por jovens entre os 10 e os 13 anos. Luna Ribeiro recordou ao mediotejo.net a experiência única, salientando o seu sonho de ser bailarina profissional.
“Estava muito nervosa”, reconheceu, mas acabaria por subir ao palco e atuar sem medo. “Vimos imagens muito lindas”, recordou, apesar do cansaço de toda a viagem.
