Ensaio do projeto "Vozes à Solta". Foto: mediotejo.net

O executivo municipal de Ourém aprovou na reunião privada de 17 de agosto, segunda-feira, duas candidaturas ao projeto “Programação Cultural em Rede”, das quais poderão resultar protocolos intermunicipais, no domínio da oferta cultural. Ourém junta-se assim a outros municípios que procuram, mediante criação de programas comuns, obter financiamento para dinamizar atividades culturais.

A primeira candidatura decorre de uma parceria entre os municípios de Ourém, Tomar e Alcanena ao concurso “Património Cultural – Memória Coletiva”, cujo objetivo consiste no acesso a apoios financeiros para investimentos que visem promover a dinamização, promoção e desenvolvimento do património cultural, enquanto instrumento de diferenciação e competitividade dos territórios, explica nota de imprensa.

O presidente da Câmara, Luís Albuquerque, referiu que “esta candidatura, liderada pelo município de Ourém, poderá dar acesso a uma comparticipação, proveniente de fundos comunitários, até 85% do orçamento global (…) dela poderão resultar vários eventos/espetáculos de âmbito cultural que irão decorrer em várias Freguesias dos três Municípios parceiros nesta iniciativa, à semelhança de outras já realizadas anteriormente, como os “Caminhos da Pedra.”

A segunda candidatura assenta numa parceria entre os municípios de Ourém, Porto de
Mós, Vila Nova da Barquinha e a ACBC – Associação Cultural Batalha pela Cultura, com vista à implementação da Operação “Rede de Vilas Culturais”. Esta iniciativa visa uma cooperação ao nível da programação cultural e promoção territorial entre os municípios aderentes e pode alcançar um apoio até 300 mil euros.

Na eventualidade de aceitação desta candidatura conjunta, Ourém ficará responsável pela organização do festival “Artes à Vila”, que se prevê que decorra em setembro de 2021 na Vila Medieval de Ourém, e que no planeamento inicial estabelece a realização de oito concertos de interior e exterior, entre artistas emergentes e consagrados, para além de outras atividades de rua, termina a mesma informação.

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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