Até à data de 18 de dezembro, o município de Ourém já havia recebido 179 inscrições candidatas ao Apoio à Natalidade e à Infância. Dentro deste número, foram apoiadas 129 crianças, estando as restantes em análise. A medida teve efeitos a partir de 1 de janeiro de 2018 e remete-se a crianças nascidas a partir dessa data e até aos três anos, num valor anual entre os 500 e os 800 euros (mediante escalão) em despesas dedutíveis. Sendo esta uma das bandeiras da campanha eleitoral do PSD-CDS, o presidente Luís Albuquerque está satisfeito com os resultados.
“Parece-me que é um balanço extremamente positivo, de que muitos duvidavam”, comentou o autarca numa sessão com jornalistas, face a uma questão do mediotejo.net sobre o balanço do primeiro ano da medida de apoio à natalidade. “Hoje é uma realidade”, afirmou, constatando que as pessoas de todo o concelho aderiram à iniciativa.
“Se calhar excedeu as expetativas, tendo em conta a média dos últimos anos”, refletiu, analisando o número de nascimentos. Ainda assim, “tencionamos durante o próximo ano aumentar a divulgação desta medida, para que todos tenham acesso a ela”, garantiu.
Até ao momento apenas uma inscrição foi recusada, uma vez que o casal não vivia no município há um ano. A meio do ano surgiu a informação de que a medida não estaria a ser devidamente divulgada junto do norte do concelho, situação que o presidente afirma ter sido ultrapassada.
