Reitor Padre Carlos Cabecinhas recebeu um livro com os forais de Ourém Foto: AMOurém

A mesa da Assembleia Municipal de Ourém (AMO) realizou durante este mês de fevereiro várias visitas institucionais, no objetivo de estreitar relações. De recordar que este órgão elegeu em outubro um novo presidente, João Moura (PSD).

Segundo nota de imprensa, o Bispo da Diocese Leiria-Fátima, D. António Marto, foi a primeira entidade a receber esta visita, dia 14, “como forma de reconhecimento pelo seu trabalho e empenho na visita de Sua Santidade, o Papa Francisco, a Fátima no ano passado, um dos momentos mais marcantes da nossa história”, descreveu João Moura. A mesma informação refere que o Bispo afirmou apreciar “muito esta política de proximidade e colaboração”, lembrando que “o princípio da separação de poderes não significa que andemos de costas voltadas. Trabalhamos todos para o mesmo povo”.

Dia 19 seguiu-se a visita do pintor Roberto Chichorro na sala da presidência da AMO, local que contém nas suas paredes vários quadros da coleção infantil deste pintor moçambicano que escolheu o Vale da Perra, em Ourém, para fixar a sua residência. João Moura aproveitou a ocasião para convidar o artista a expor as suas obras numa sessão da Assembleia Municipal, convite imediatamente aceite pelo artista

Dia 22 decorreu ainda uma visita ao Santuário de Fátima, onde a AMO foi recebido pelo Reitor Padre Carlos Cabecinhas. João Moura exortou o papel extraordinário que o Santuário de Fátima tem desenvolvido na promoção de Fátima e do concelho de Ourém, além das dinâmicas culturais que tem levado a cabo, refere o mesmo comunicado.

Já o Reitor o padre Carlos Cabecinhas referiu que a AMO é o organismo de maior representatividade democrática do concelho e que é uma instituição que merece consideração e respeito. Mostrou-se assim disponível para colaborar com o município, sobretudo porque o grande desafio é “não descansar à sombra do que está feito” e continuar o trabalho de divulgação de e manter o nível de afluência a Fátima”, termina o texto.

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Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

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