Consolidação de taludes na EN118 condicionam trânsito até 6 de novembro. Foto: mediotejo.net

As estradas nacionais 118 (EN118), em Constância, e 2 (EN2), nos concelhos de Abrantes e Sardoal, estão com circulação alternada devido a trabalhos de estabilização de taludes promovidos pela Infraestruturas de Portugal (IP). Os condicionamentos prolongam-se até 6 de novembro, entre as 08h00 e as 18h00.

Na EN2, os trabalhos começaram na terça-feira, 20 de outubro, abrangendo o troço entre os quilómetros 378,000 e 390,000, nos concelhos de Abrantes e Sardoal, distrito de Santarém. A intervenção integra a empreitada de Pavimentos e Obras Acessórias – Intempéries 2026, destinada a melhorar as condições de segurança da rede rodoviária afetada pelo mau tempo.

Segundo a IP, a circulação faz-se de forma alternada, regulada por semáforos e com sinalização no local, durante o período de execução dos trabalhos, entre as 08h00 e as 18h00.

Os novos condicionamentos juntam-se aos que estão em vigor desde 15 de outubro na EN118, no concelho de Constância, onde decorre uma intervenção semelhante de estabilização de taludes, igualmente com conclusão prevista para 6 de novembro.

Neste caso, os trabalhos abrangem um troço de cerca de 200 metros, entre os quilómetros 120,650 e 120,850, com circulação alternada e controlo semafórico, também entre as 08h00 e as 18h00.

As intervenções promovidas pela Infraestruturas de Portugal têm como objetivo garantir a estabilidade dos taludes e reforçar as condições de segurança rodoviária, prevenindo situações de risco para os automobilistas.

A empresa pública alerta para eventuais transtornos na circulação durante o período das obras e apela à compreensão dos condutores, sublinhando que os condicionamentos são necessários para assegurar a execução dos trabalhos em segurança.

A conclusão de ambas as intervenções está prevista para 6 de novembro.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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