Edifício da Escola Básica (2º e 3º ciclo) e Secundária Octávio Duarte Ferreira, em Tramagal. Créditos: CMA

A obra de requalificação da Escola Básica e Secundária Octávio Duarte Ferreira, em Tramagal (Abrantes) começa a avançar estando a empresa já a montar estaleiro e a proceder à remoção de alguns materiais, indicou o presidente da Câmara de Abrantes, em reunião de executivo. A empreitada ronda um investimento de um milhão de euros e tem um prazo previsto de execução de 180 dias.

“A obra está a avançar. É uma obra tão importante para a qualificação do parque escolar de Abrantes”, afirmou Manuel Jorge Valamatos. “Já estão a montar estaleiro, e segundo o presidente de junta já houve remoção de alguns materiais”, indicou.

Recorde-se que as obras de requalificação da escola de Tramagal são há muito ansiadas pelos alunos e docentes, encarregados de educação e restante comunidade.

Em causa está um investimento total de 955.590,86 euros, acrescido de IVA, para a empreitada de requalificação da Escola Básica e Secundária de Tramagal. A obra terá um apoio de fundos comunitários de 85%, correspondente a um valor de 633.842,77 euros, no âmbito do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional (FEDER), no seguimento da candidatura aprovada, cabendo ao Município de Abrantes um investimento que ascende a 300 mil euros, conforme indicação da autarquia.

A empreitada, adjudicada à empresa Monthause, Unipessoal, Lda, tem um prazo previsto de execução de 180 dias, sendo que a obra incidirá na requalificação e modernização da Escola Básica e Secundária de Tramagal, prevendo-se a requalificação de 11 salas de aula, 16 salas de atividades, três laboratórios, um auditório, uma sala de professores, a biblioteca, copa, duas cozinhas e dois refeitórios.

Também estão previstos trabalhos “nos quatro blocos da escola que apresentam, na generalidade, sinais de degradação física e diversas anomalias construtivas ao nível das platibandas, pavimentos, caixilharias e pinturas, bem como as coberturas com fibras de amianto, infraestruturas degradadas, desadequadas, insuficientes e inexistentes e, ainda, condições de acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada insuficientes e adequadas, que obrigam a trabalhos de reabilitação de modo a melhorar os níveis de qualidade, conforto e segurança para os seus utilizadores”, lê-se na informação da autarquia.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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