Paulo Vakulyuk (CNTN) sagrou-se em Leiria vice-campeão nacional nos 100 metros estilos. Foto arquivo: CNTN

O nadador Paulo Vakulyuk, do Clube de Natação de Torres Novas (CNTN), vai representar a Seleção Nacional Júnior no Meeting Internacional do Porto nos dias 5 e 6 de junho, anunciou o clube torrejano. Antes desta prova, o atleta vai competir no Torneio Zonal Sul para Juvenis, Juniores e Seniores que vai decorrer a 29 e 30 de maio, em Rio Maior, juntamente com Inês Ramos, Pedro Oliveira, Beatriz Casal, Margarida Morais e Pedro Santana, todos do CNTN.

O Clube de Natação de Torres Novas participou nos dias 22 e 23 de maio, na Guarda, no Torneio Zonal Sul, prova que contou com a presença de 277 nadadores em representação de 46 clubes das associações situadas a sul de Coimbra e ainda Açores e Madeira.

Devido ao contexto de pandemia em que vivemos há mais de um ano, esta foi a primeira experiência para estes jovens nadadores neste patamar competitivo, refere o clube, em nota de imprensa.

“O destaque vai para a excelente evolução que a Maria Inês Cochicho, Margarida Luís, Rafaela Mendes, Bernardo Simões e Simão Oliveira, orientados pelo treinador Duarte Policarpo, mostraram neste primeiro contacto com esta nova realidade”, destaca o clube torrejano, elogiando a “postura evidenciada dentro e fora da competição” ao longo do fim de semana.

Maria Inês Cochicho, Margarida Luís, Rafaela Mendes, Bernardo Simões e Simão Oliveira estiveram em destaque. Foto CNTN

“Antes de começar a competição já eram visíveis as pequenas vitórias, o entusiasmo por participar numa competição de âmbito quase nacional, a alegria por passar o fim de semana fora com os colegas de equipa, a necessidade de controlar a ansiedade por competir contra nadadores que não conhecem ainda, tudo isso e muito mais que não foi possível ter nos últimos 14 meses e que estes jovens sentiram pela primeira vez nesta competição”, pode ler-se na mesma nota informativa.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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