A XVII Mostra de Teatro de Abrantes arranca no sábado, 3 de outubro. Foto: GTPA

A XVII Mostra de Teatro de Abrantes arranca no sábado, 3 de outubro, com “Doidas de Morte”, pelo Gruta Forte, da Forte da Casa, abrindo uma programação de cinco espetáculos que se prolonga até 28 de novembro na sede do Grupo de Teatro Palha de Abrantes (GTPA), nos Quinchosos.

A primeira apresentação está marcada para as 21h30, na antiga Escola N.º 1 dos Quinchosos.

“Há efectivamente quem diga que estou doida, mas nunca a minha lucidez foi maior. A senhora acredita mesmo que eu esteja doida? De resto, o que é a loucura e o que é o juízo? Simples pontos de vista e mais nada”, lê-se na sinopse divulgada pelo Grupo de Teatro Palha de Abrantes.

Depois da abertura com o Gruta Forte, a Mostra regressa a 17 de outubro com “A Revolução das Estátuas”, pelo Teatro Olimpo, de Ansião.

A programação prossegue a 31 de outubro com “Glitter”, pelo Grupo de Teatro Palha de Abrantes, seguindo-se, a 14 de novembro, “Mentes e Sonhos”, numa apresentação conjunta do GTPA e da Associação Cultural Girassol, de Abrantes e Moçambique.

A XVII Mostra de Teatro de Abrantes encerra a 28 de novembro com “15”, também pelo grupo anfitrião.

A edição deste ano surge ainda poucas semanas depois da eleição dos órgãos sociais da Associação Grupo de Teatro Palha de Abrantes para o biénio 2026/2027, realizada a 19 de setembro. A Lista A foi eleita com a totalidade dos votos expressos, garantindo a continuidade de Maria Fonseca na presidência da associação.

Maria Fonseca foi reeleita para o cargo de presidente da Associação para o biénio 2026-2027. Foto: GTPA

Todos os espetáculos começam às 21h30 e realizam-se na sede do Grupo de Teatro Palha de Abrantes, na antiga Escola N.º 1 dos Quinchosos. As reservas podem ser efetuadas através do número 910 336 422.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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