Mercado Medieval de Vila de Rei. Foto: mediotejo.net

O centro histórico de Vila de Rei vai voltar a recuar no tempo, regressando à Idade Média, com o XI Mercado Medieval. Este ano o evento estende-se no tempo, decorrendo nos dias 14 e 15 de maio. Além da recriação histórica, com personagens vestidas a rigor, também decorrerá venda de produtos artesanais e endógenos em expositores além de momentos de animação musical, teatro e jogos tradicionais. As inscrições para os expositores estão abertas até 22 de abril.

O Mercado Medieval volta a contar com organização da Câmara Municipal de Vila de Rei, contando com o apoio do Agrupamento de Escolas e Junta de Freguesia de Vila de Rei, ficando marcado este regresso após dois anos de interregno causados pela pandemia de covid-19.

“O Mercado Medieval é já um dos principais marcos culturais do concelho, recebendo centenas de visitantes que assistem e participam nesta recriação histórica”, frisa a autarquia vilarregense em nota enviada à imprensa.

Foto: mediotejo.net

Entre o Largo da Misericórdia, Rua Rainha Santa Isabel e ruas envolventes, irão desfilar figurantes trajados a rigor, retratando-se figuras e momentos da Idade Média, tudo isto envolto num programa cultural abrangente que irá conter teatro, música, animação e jogos tradicionais, além das mostras de artesanato e possibilidade de provar a gastronomia local, pelas ruas do centro histórico da vila. O programa contém ainda um momento de festa dedicado à Rainha Santa Isabel.

Até dia 22 de abril encontram-se abertas as inscrições para os expositores no XI Mercado Medieval de Vila de Rei, que podem realizá-la no link http://servicosonline.cm-viladerei.pt/servicosonline/, no separador ‘Cultura’. As normas encontram-se disponíveis em www.cm-viladerei.pt

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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