Nuno Catorze, do CHMT, integra Task-Force nacional de resposta à pandemia

A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou que está a ser finalizado um plano nacional específico para combater o novo coronavírus, que servirá de referência para a atualização dos planos regionais, locais e institucionais. Neste sentido, foi atualizada a lista de especialistas que integram a equipa criada para dar resposta ao surto, sob a designação de “Task Force”, sendo que Nuno Catorze, Diretor do Departamento de Urgências do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), foi nomeado para integrar a equipa nacional de especialistas na guerra à pandemia.

Em comunicado, a direção do Centro Hospitalar destaca uma nomeação que “reconhece as competências técnicas dos profissionais do CHMT, ao ser o único especialista de uma Instituição hospitalar, o CHMT, que não é nem hospital universitário nem hospital central a integrar este grupo de peritos nacionais”.

A nomeação decorre da atualização da Task Force feita na terça-feira para a operacionalização e a implementação de medidas para prevenção e controlo da infeção por novo Coronavírus – COVID-19 previstas no plano de contingência, tendo sido criado um Grupo para a Coordenação da Resposta em Medicina Intensiva, coordenado por João Gouveia, do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, e que integra mais 12 especialistas entre os quais Nuno Catorze, Diretor do Departamento de Urgências do CHMT.

O documento (um plano nacional específico para combater o novo coronavírus), segundo a informação publicada pela DGS na sua página de internet, está a ser elaborado com base no plano de contingência existente.

O novo instrumento designar-se-á “Plano Nacional de Preparação e Resposta à Doença por novo Coronavírus (COVID-19).

Foi neste sentido que foi atualizada a lista de especialistas que integram a equipa criada para dar resposta ao surto, sob a designação de “Task Force”.

A “Task Force” tem como missão “a centralização de toda a informação epidemiológica e evidência científica pertinente à avaliação e gestão do risco de forma a emitir orientações e recomendações para a sua contenção, sendo também responsável pela comunicação do risco”, lê-se no documento.

Podem ser chamados a colaborar outros especialistas, quer a título individual, quer como representantes de serviços ou organismos, dependentes do Ministério da Saúde ou de outras instituições.

c/LUSA

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