Centro 2030 disponibiliza 20 ME para apoiar empresas com foco na exportação. Foto ilustrativa: DR

O Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro (CEC/CCIC) quer desenvolver um projeto de uma rede de oito Aceleradoras de Comércio Digital, com a região do Médio Tejo incluída, que apoiará 6.650 empresas de comércio e serviços com seis milhões de euros.

Em comunicado hoje divulgado, o CEC/CCIC referiu que, em resposta ao aviso de concurso integrado no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), está a elaborar uma candidatura para o desenvolvimento do projeto, que será submetida até 14 de outubro.

O projeto “Acelerar 2030 – Para um Centro Mais Digital” é liderado pelo CEC/CCIC, em regime de consórcio com mais 21 associações regionais representativas das oito Nomenclaturas das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUTS) III Centro.

“Dotado de um orçamento de 11 milhões de euros, envolverá 6.650 empresas de comércio e serviços, às quais se destinam seis milhões de euros”, explicou o CEC/CCIC.

Segundo o CEC/CCIC, “desta forma, a NUT II Centro poderá contar muito em breve com oito aceleradoras localizadas nas NUT III Centro”, nomeadamente Região de Aveiro, Beira Baixa, Beiras e Serra da Estrela, Região de Coimbra, Região de Leiria, Médio Tejo, Região Oeste e Viseu Dão Lafões.

Enquanto líder desta rede, o CEC/CCIC garantiu que “acompanhará e apoiará, de forma contínua, o crescimento de empresas do comércio e serviços abertos aos consumidores através da transformação digital dos seus processos e modelos de negócio, por meio da capacitação, mentoria, ‘networking’ e apoio à implementação do projeto de digitalização das empresas”.

Com este projeto, o CEC/CCIC e a sua rede associativa “reforçam o objetivo de desenvolvimento, dinamização e competitividade do tecido empresarial da região Centro, caminhando para um Centro mais digital”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Agência de Notícias de Portugal

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