Desinfeção de locais públicos em todos os municípios e freguesias do Médio Tejo. Mação (na foto) arrancou com os trabalhos esta segunda-feira. Foto: CMM

Os 13 municípios da região do Médio Tejo vão começar desde já a efetuar trabalhos de limpeza e desinfeção em todos os locais afetos à esfera municipal (sedes de concelho e freguesias) de modo a minimizar o nível de risco de propagação do Covid-19, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo, dá conta de ter reunido por vídeo conferência em sessão de trabalho centrada na Pandemia – COVID 19,que está a assolar o país, tendo da mesma resultado um pedido de reforço e de “apelo à população para que cumpra todas as orientações decorrentes da Direção Geral da Saúde, adotando medidas e recomendações, que levem a uma menor propagação do vírus”, a par da desinfeção de locais públicos.

“Os Municípios irão efetuar trabalhos de limpeza e desinfeção em todos os locais afetos à esfera municipal (sedes de concelho e freguesias) de modo a minimizar o nível de risco de propagação da doença”, pode ler-se na mesma informação, relativamente a um “trabalho que irá ser operacionalizado e desenvolvido no decorrer desta semana em todos os concelhos do Médio Tejo”.

Os treze autarcas do Médio Tejo afirmam estar “coordenados e unidos no combate a este flagelo”, e que, “conscientes do risco atual”, estão “mobilizados para o desenvolvimento de campanhas de sensibilização para implementar medidas de prevenção adequadas com o objetivo de facilitar a articulação e a ligação aos serviços de saúde de modo a assegurar uma resposta coordenada com outras instituições, sempre na perspetiva do bem-estar dos cidadãos.

Com uma população na ordem dos 250 mil habitantes, a CIMT é composta pelos municípios de Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Sertã, Tomar, Torres Novas, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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