Caminhos da Água 2018. Foto: Hugo Magro

Devido à situação epidemiológica do Coronavírus – COVID-19 que assola o país, a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo e os seus municípios associados decidiram no Conselho Intermunicipal do dia 14 de maio suspender o programa Caminhos da Água, que estava previsto decorrer nos dias 9 a 12, de 16 a 19, e de 23 a 26 de julho deste ano.

Também, o Caminhos do Ferro, previsto em abril, já tinha sido suspenso devido ao COVID-19 e à situação de emergência sanitária que se viveu e que ainda permanece no país.

No que diz respeito ao Caminhos da Pedra, que habitualmente decorre em outubro, ficará também suspenso até novas indicações e orientações de âmbito nacional sobre este tipo de eventos.

Considera a CIM do Médio Tejo que o projeto Caminhos do Médio Tejo é fundamental para o desenvolvimento integrado da região, a vários níveis, nomeadamente, ao nível do enriquecimento cultural e recreativo das comunidades. Contudo, também reconhece que o país enfrenta um novo desafio, com a pandemia COVID-19, que requer um conjunto de cuidados e normas a ter em conta de modo a salvaguardar a segurança de todos.

Recorde-se que o Caminhos é um programa cultural em rede que se ramifica em três ciclos anuais promovendo um conjunto de encontros nos 13 municípios do Médio Tejo.

No Caminhos os espetáculos são gratuitos e as coordenadas são simples de seguir: em abril percorrem-se os Caminhos do Ferro; em julho mergulha-se nos Caminhos da Água e em outubro esculpem-se os Caminhos da Pedra.

Música, teatro de rua, circo contemporâneo, projetos comunitários relacionados com música e um percurso artístico têm sido as ofertas da programação deste evento, destinado a todas as idades.

O projeto é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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