As águas da Albufeira de Castelo do Bode asseguram qualidade e proporcionam espaços e recantos paradisíacos para um "à descoberta". (Foto: DR)

De 23 a 25 de setembro a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo irá estar em Paris, França, no Salão do Imobiliário e Turismo para promover as potencialidades do território, ao nível de investimento mas também de promoção turística, sendo a albufeira de Castelo do Bode cartão de visita.

A representação dos 13 municípios desta região neste espaço levará à troca de experiências, divulgação dos incentivos disponíveis, dos imóveis – por exemplo, a Casa Grande dos Almeidas, em Sardoal – e sobretudo “permitirá incrementar os laços empresariais e também afetivos entre comunidades”, refere a CIM Médio Tejo, em nota de imprensa.

Casa Grande dos Almeidas em Sardoal. Foto: Joana Santos/mediotejo.net

O Médio Tejo “é uma região empenhada com a valorização dos recursos humanos, bem como uma região concentrada na inovação e na promoção do empreendedorismo”, lê-se na mesma nota.

Durante três dias a CIM do Médio Tejo terá a possibilidade de efetuar três apresentações de promoção do território aos profissionais, na sexta-feira, e aos visitantes, no sábado e no domingo. Veja o programa AQUI.

A mensagem que pretende deixar é de investimento mas também de visita. No Médio Tejo o visitante – ou investidor – pode encontrar um património cultural, religioso, arquitetónico e natural muito diversificado, com praias fluviais, quedas de água, ribeiras e albufeiras de água cristalina, como por exemplo a mais icónica – o Castelo do Bode.

Além disso, a região do Médio Tejo dispõe uma rede de oferta formativa profissionalizante até ao nível universitário, com o Instituto Politécnico de Tomar, com destaque também para o Parque de Ciência e Tecnologia, em Abrantes, incubadoras e aceleradores de empresas, com a preocupação da transferência de conhecimento para as empresas do território.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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