O bebé do ano 2018 do CHMT é de Alcanena, chama-se Alexis, e nasceu com 3,5 kg. Foto: mediotejo.net

No Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), na maternidade de Abrantes, Alexis Ksyeyev nasceu com 3,5 kg, de 39 semanas e seis dias, de parto natural, com recurso a anastesia epidural, às 14:35 de 1 de janeiro, sendo o 1º bebé a nascer no ano 2018 na região do Médio Tejo.

Os pais são ambos da Ucrânia, residindo em Alcanena. A mãe, Dria Fisun tem 29 anos e é doméstica; o pai, Vyacheslav Aleksyeyev, tem 29 anos e trabalha numa fábrica de curtumes. O bebé era muito desejado e veio juntar-se a uma filha do jovem casal ucraniano, Zhanna, que conta com oito anos.

O bebé Alexis foi ainda presenteado com um gorro vermelho de lã, oferta do projeto ‘Tricotanças@nascerquentinho’, que o papá agradeceu referindo ser adepto do Benfica. Foto: mediotejo.net

O pai, que assistiu ao trabalho de parto, esteve também presente no 1º banho do bebé, disse ao nosso jornal que este era um bebé esperado e planeado, e que agora, depois de terem um casal de filhos, era tempo de “descansar um bocadinho”.

O casal, sem carro e carta de condução, chegou ao hospital de ambulância, tendo referido ao mediotejo.net que o parto “correu muito bem” e destacado o profissionalismo e simpatia dos profissionais” do serviço hospitalar.

O bebé Alexis foi ainda presenteado com um gorro vermelho de lã, oferta do projeto ‘Tricotanças@nascerquentinho’, dinamizado por um grupo de Enfermeiras do serviço de Obstetrícia e que, a par de diversos elementos da comunidade envolvente, tricotam “Gorros” para presentear os recém-nascidos na maternidade de Abrantes, assim como disponibilizam kits completos de roupa para os casos sociais mais graves.

Os pais com o bebé Alexis, acompanhado de Conceição Courinha, enfermeira-chefe do serviço. Foto: mediotejo.net

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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