Urgência de Ginecologia-Obstetrícia do Centro Hospitalar do Médio Tejo tem sofrido vários constrangimentos em julho ao nível do serviço. Foto: mediotejo.net

Com a entrada em vigor do Estado de Contingência, o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) decidiu reforçar a segurança para a realização de visitas a doentes com a redução dos dias em que são permitidas as visitas. Assim, as visitas só são possíveis às terças-feiras, quintas-feiras e domingos. Esta alteração entra em vigor esta terça-feira, dia 15 de setembro.

Para além da alteração dos dias de visita, mantêm-se ativas todas as regras estipuladas aquando do retorno das visitas aos doentes do CHMT.

Nos dias em que a visita é permitida (terças-feiras, quintas-feiras e domingos) é, apenas, permitida uma visita por doente internado, tendo cada visita a duração de 30 minutos. Os únicos doentes que permanecem sem visitas são os doentes Covid-19.

As visitas estão sujeitas a horário fixo, pré-definido consoante o quarto de internamento e o número da respetiva cama, nos seguintes horários: 14:30, 15:30, 16:30 e 17:30.

Só são permitidas visitas de maiores de 18 anos e os visitantes têm que cumprir com todas as normas de segurança e higienização em vigor, nomeadamente cumprindo a higienização das mãos e a utilização de máscara cirúrgica.

Os visitantes devem, a todo o tempo, garantir o distanciamento necessário com os doentes a visitar, de acordo com as instruções transmitidas pela equipa de saúde.

Relativamente aos utentes que se encontram internados em quartos individuais, a visita poderá ser realizada entre as 14:30 e as 18:00, mantendo-se a duração máxima de 30 minutos por visita.

Após o término de cada visita, o quarto será devidamente higienizado e arejado.

O Conselho de Administração reserva o direito para, em caso de incumprimento das normas supra estabelecidas ou alteração das circunstâncias da pandemia, suspender ou modificar imediatamente o programa de retoma de visitas aos doentes internados.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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