O caudal do rio Tejo continua com variações, mas com uma tendência de descida, para as próximas horas, segundo um comunicado enviado esta sexta-feira, dia 16, às redações pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), através do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) da Santarém.

O documento refere ainda que as barragens de Fratel, Pracana e Castelo de Bode têm debitado nas últimas horas valores com flutuação entre os 1000 m3/s e 1500m3/s no conjunto das barragens, com ligeiras oscilações.

O CDOS de Santarém adianta que “poderão ainda verificar-se algumas oscilações pontuais, mas a previsão vai no sentido de uma redução gradual dos caudais. O regresso total das águas ao seu leito normal será lento, dificultando a normalização da circulação rodoviária”, lê-se no comunicado.

A chova que se tem verificado até agora tem produzido efeitos em alguns municípios do distrito de Santarém, nomeadamente na Ponte dos Alcaides, em São Vicente do Paúl, que se encontra submersa, no concelho de Coruche, a E.M. 590 Couço, em Stª Justa, e no concelho do Cartaxo, o caminho municipal de Setil, a Ponte do Reguengo, também permanecem submersas. No concelho de Alpiarça, os campos agrícolas na zona do Patacão continuam alagados.

A Protecção Civil aconselha ainda a “não atravessar, com viaturas ou a pé, estradas ou zonas alagadas e a manter-se informado através dos Órgãos de Comunicação Social ou dos Agentes de Proteção Civil, desenvolvendo as ações necessárias para a sua proteção, da família e bens”.

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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