Mostra de Teatro de Abrantes assinala 15ª edição. Foto: DR

Maio é o mês do teatro em Ponte de Sor. A par do Festival Internacional de Teatro do Alentejo (FITA) que arranca esta quinta-feira, com “A Odisseia de Magalhães-Elcano” em Beja, decorrendo até dia 14 deste mês em 11 concelhos. Um deles, o referido concelho do Alto Alentejo.

O primeiro dia do FITA em Ponte de Sor, este sábado, dia 7, inclui a ópera em formato ‘audiowalk’ “Paramos ou Morremos”, do Quarteto Contratempus, a partir das 21h00, em Fonte da Vila de Ponte de Sor.

O Festival Internacional de Teatro do Alentejo – FITA -, que vai já na 9ª edição, está este mês no concelho de Ponte de Sor, com apresentação de três espetáculos, até 12 de maio.

Além de Ponte de Sor, o FITA vai passar pelos concelhos alentejanos de Aljustrel, Arraiolos, Beja, Campo Maior, Ferreira do Alentejo, Grândola, Mértola, Santiago do Cacém, Viana do Alentejo e Vidigueira.

Mas o teatro na referida cidade do Alto Alentejo vai além do FITA e sobe ao palco já esta sexta-feira 6 de maio, com dois horários – das 10h00 às 12h00 para alunos AEPS, e às 21 h00 para o público em geral. Trata-se da peça ‘Deixemos o sexo em paz’ pelo Teatro Maria Paulos, no Teatro-Cinema de Ponte de Sor.

Dia 11 prossegue no âmbito do FITA, às 11h00, também no Teatro-Cinema, a peça ‘Todos Somos Camões’ por Teatro Ibérico de Portugal.

E no dia seguinte às 14h30 no Centro Cultural de Montargil ‘Ao crescer quero ser’ por Animateatro de Portugal.

Nos dias 18 e 19 sobe ao palco do Teatro-Cinema de Ponte de Sor, às 21h00, ‘Sorrisos 5’ e no dia 22 decorre a apresentação pública da oficina de teatro ‘À descoberta do rei João do William Shakespeare’ com Marcos Barbosa da Escola do Largo.

Cai o pano do mês do teatro no dia 27 às 11h00, na Escola Secundária de Ponte de Sor, com ‘M de Maias’ por Crónica Pitoresca com o projeto ‘O teatro vai à escola’.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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