Mação volta a receber campeonato de Aquatlo na albufeira de Ortiga. Foto arquivo: Joaquim Diogo

Mação recebe em 6 de setembro a terceira edição do Aquatlo do município, competição que integra os Campeonatos Litoral e Interior Centro de Aquatlo e de Aquatlo Jovem e que volta a realizar-se na albufeira de Ortiga.

A iniciativa, promovida pelo município de Mação com o apoio técnico da Federação de Triatlo de Portugal, realiza-se pelo terceiro ano consecutivo em Ortiga, depois das edições de 2024 e 2025. A prova passa assim a integrar, novamente, o calendário oficial da Federação de Triatlo de Portugal para o circuito Litoral e Interior Centro.

A edição deste ano está marcada para domingo, 6 de setembro, com o programa a arrancar às 10h00 com o Campeonato Litoral e Interior Centro de Aquatlo Jovem, estando a prova destinada aos restantes atletas agendada para as 16h30.

O aquatlo é uma variante do triatlo constituída por duas disciplinas consecutivas, natação e corrida. Nas edições anteriores realizadas em Ortiga, o percurso da prova principal incluiu 750 metros de natação e 4.800 metros de corrida.

A primeira edição do Aquatlo Município de Mação realizou-se em maio de 2024 e integrou o Campeonato Regional Litoral e Interior Centro de Aquatlo, estando aberta a atletas federados e não federados.

Em 2025, a segunda edição trouxe como novidade a realização de uma prova jovem integrada no respetivo campeonato regional, mantendo a competição principal os percursos de 750 metros de natação e 4.800 metros de corrida. O programa incluiu ainda uma prova por estafetas e uma prova aberta a não federados.

Para 2026, a Federação de Triatlo de Portugal volta a incluir o III Aquatlo Município de Mação no calendário do Campeonato Litoral e Interior Centro, juntamente com o Campeonato Litoral e Interior Centro Jovem.

As inscrições e restantes informações sobre a competição estão disponíveis no site da Federação de Triatlo de Portugal.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply