Fotos: UFMPA

O cemitério de Penhascoso, pertencente à União de Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira, encontra-se em obras de ampliação e requalificação e foi alvo de furto este fim-de-semana, tendo sido levadas duas fontes de pedra que estavam a ser instaladas no local, bem como uma betoneira. O presidente da União de Freguesias deparou-se com os estragos e a falta dos objetos furtados na segunda-feira de manhã, tendo denunciado a situação nas redes sociais e apresentado queixa na GNR.

José Fernando Martins disse ao mediotejo.net que a equipa da União de Freguesias esteve a trabalhar na sexta-feira à tarde no local, altura em que uma das fontes já tinha sido colocada no sítio, aguardando a ligação, e outra estava já a funcionar devidamente. O autarca considera que se tratou de “um assalto indecente”.

“Uma das fontes já estava no local mas ainda não estava com a água ligada. A outra já estava instalada na entrada do Cemitério, e estava funcional”, referiu o presidente de Junta.

Uma das duas fontes de pedra roubadas e que estavam a ser colocadas no cemitério de Penhascoso, no decurso das obras de ampliação que estão a ser desenvolvidas pela União de Freguesias com apoio da Câmara Municipal de Mação. Foto: José Fernando Martins

“Ontem (segunda-feira, dia 27) pelas 8h00 quando chegámos tinha desaparecido a betoneira e as duas fontes de pedra. Foi de tal ordem vandalizada que, ao levarem a fonte, rebentaram os tubos e a água ficou a correr por ali…”, contou.

A União de Freguesias apresentou queixa na GNR e publicou o sucedido nas redes sociais, sendo que o ato tem merecido o repúdio e lamento da população.

José Fernando Martins refere que, a par deste assalto, o cemitério de Penhascoso “já tem histórico desta natureza”, uma vez que chegam a roubar “areia, tijolos, blocos de cimento, madeiras e ferro”, considerando que estes “são atos de pura maldade e reprováveis na sociedade em que vivemos”, afirmou.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

Deixe um comentário

Leave a Reply