Praia Fluvial de Cardigos. Foto: Joaquim Diogo

A autarquia pretende reforçar as normas de utilização e frequência daquela praia, com vista ao seu cumprimento. Em reunião de executivo, o vereador Vasco Marques deu conta de terem existido episódios com “ajuntamentos de pessoas que teimam em não cumprir as regras”, situação que se verifica todos os anos.

“Iremos reforçar a colocação e afixação das normas em diversos pontos, para que também quem lá trabalha bem como quando a GNR ali se desloca, terem esta ferramenta que permite dar mais autoridade para que se exija o cumprimentos das regras, que as pessoas possam comportar-se melhor e quem vá ao espaço possa encontrar além de um local agradável, ter um dia tranquilo e a paz e sossego que convém a quem esteja de férias”, referiu o vereador, mencionando que as normas de utilização para a praia fluvial de Cardigos já estavam afixadas desde o ano passado.

Estas normas foram analisadas conjuntamente com a GNR, e “para tornar este documento mais oficial” o mesmo ficou registado na ata desta reunião de Câmara.

Vasco Marques deu conta que no início da passada semana existiram pequenos episódios e que as coisas “estavam a começar a descambar”, ainda que não tivesse sido grave.

“Estive reunido com as autoridades, e a GNR tem passado por lá. E ao final do dia, essas pessoas que não se estavam a comportar devidamente foram embora e o ambiente da praia fluvial ficou tranquilo”, contou.

O presidente da Câmara, Vasco Estrela, referiu que seria importante que a informação ficasse registada em ata, com todas as normas.

Também na reunião foi referenciado o regulamento de utilização das piscinas municipais descobertas, reabertas ao público este verão após obra de requalificação.

Segundo a vereadora Margarida Lopes acrescentaram-se algumas alíneas às regras de funcionamento das piscinas descobertas, que já tinha trazido na reunião anterior.

Entre o acrescentando consta “o uso de fraldas descartáveis próprias para utilizar em piscina em crianças até 2 anos, em ambos os tanques”, bem como “obrigatória a utilização cuidadosa da prancha, sendo permitida apenas a permanência de uma pessoa de cada vez e sempre que necessário, mediante indicação do nadador salvador, a prancha poderá ser encerrada sempre que se entenda por conveniente”.

Passa também a ser “proibido brincar, empurrar ou efetuar saltos e acrobacias consideradas perigosas ou que possam colocar em risco os utentes na utilização da prancha”, bem como se reforça a proibição de uso de champô, gel de duche ou similares nos chuveiros junto às piscinas.

“São situações que se podem ir registando e que se podem vir a acrescentar para tornar o documento mais sólido e a utilização cada vez mais correta das piscinas, para que tenhamos uma época balnear em grande”, disse.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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