A autarquia pretende reforçar as normas de utilização e frequência daquela praia, com vista ao seu cumprimento. Em reunião de executivo, o vereador Vasco Marques deu conta de terem existido episódios com “ajuntamentos de pessoas que teimam em não cumprir as regras”, situação que se verifica todos os anos.
“Iremos reforçar a colocação e afixação das normas em diversos pontos, para que também quem lá trabalha bem como quando a GNR ali se desloca, terem esta ferramenta que permite dar mais autoridade para que se exija o cumprimentos das regras, que as pessoas possam comportar-se melhor e quem vá ao espaço possa encontrar além de um local agradável, ter um dia tranquilo e a paz e sossego que convém a quem esteja de férias”, referiu o vereador, mencionando que as normas de utilização para a praia fluvial de Cardigos já estavam afixadas desde o ano passado.
Estas normas foram analisadas conjuntamente com a GNR, e “para tornar este documento mais oficial” o mesmo ficou registado na ata desta reunião de Câmara.
Vasco Marques deu conta que no início da passada semana existiram pequenos episódios e que as coisas “estavam a começar a descambar”, ainda que não tivesse sido grave.
“Estive reunido com as autoridades, e a GNR tem passado por lá. E ao final do dia, essas pessoas que não se estavam a comportar devidamente foram embora e o ambiente da praia fluvial ficou tranquilo”, contou.
O presidente da Câmara, Vasco Estrela, referiu que seria importante que a informação ficasse registada em ata, com todas as normas.
Também na reunião foi referenciado o regulamento de utilização das piscinas municipais descobertas, reabertas ao público este verão após obra de requalificação.
Segundo a vereadora Margarida Lopes acrescentaram-se algumas alíneas às regras de funcionamento das piscinas descobertas, que já tinha trazido na reunião anterior.
Entre o acrescentando consta “o uso de fraldas descartáveis próprias para utilizar em piscina em crianças até 2 anos, em ambos os tanques”, bem como “obrigatória a utilização cuidadosa da prancha, sendo permitida apenas a permanência de uma pessoa de cada vez e sempre que necessário, mediante indicação do nadador salvador, a prancha poderá ser encerrada sempre que se entenda por conveniente”.
Passa também a ser “proibido brincar, empurrar ou efetuar saltos e acrobacias consideradas perigosas ou que possam colocar em risco os utentes na utilização da prancha”, bem como se reforça a proibição de uso de champô, gel de duche ou similares nos chuveiros junto às piscinas.
“São situações que se podem ir registando e que se podem vir a acrescentar para tornar o documento mais sólido e a utilização cada vez mais correta das piscinas, para que tenhamos uma época balnear em grande”, disse.
