Nascido em Joanesburgo na África do Sul há 46 anos, Paulo Jorge Freire Rodrigues da Costa, veio para o Entroncamento com 7 anos, cidade onde ainda hoje vive. Casado e pai de um rapaz, é treinador desde 2005.
Como jogador conquistou dois títulos distritais. Um no Abrantes Futebol Clube e outro nos Ferroviários. Como treinador começou na União Desportiva da Chamusca, onde era jogador dos seniores e treinador dos juniores. Na época seguinte subiu a equipa de juniores à 1ª Divisão Distrital, tendo terminado a época como treinador de ambos os escalões. No ano seguinte dedicou-se apenas aos seniores onde conquistou o Troféu Disciplina. Segue para a sua cidade, Entroncamento, onde foi treinador dos Ferroviários (duas épocas) e da Cidade Ferroviária (uma época). Tem a curiosidade de ter sido o último treinador dos Ferroviários e o primeiro da Cidade Ferroviária. Vem duas épocas para Mação, seguindo-se depois o Amiense (2012-2013), tendo sido vice-campeão, conquistado a Taça do Ribatejo e o Troféu Disciplina. Abraça o projecto Riachense onde fica até janeiro de 2015, seguindo-se nova passagem por Mação, onde terminou a época que agora finda.
Levou a equipa da “Catedral do Presunto” ao quarto lugar, melhor classificação desde que o campeonato se joga nos moldes que agora é disputado, embora isso lhe tenha deixado um “sabor agridoce”. Termina num lugar honroso, mas acredita que o valor do plantel da AD Mação chegava para discutir o segundo lugar, como ilustra a série de quinze jogos, onde só perdeu um, que a equipa registou. Mentalidade, procedimentos instituídos, lesões (Pita e Marcos), ausências forçadas (Sidy), juventude (vários jogadores a iniciarem o percurso de sénior) e um plantel curto, que em determinada altura da época condicionou as opções a tomar, foram alguns dos motivos que fizeram com que isso não acontecesse.
Nesta altura tudo se perfila para que a sua continuidade seja uma realidade, Paulo Costa quer Mação e Mação quer Paulo Costa, tem trabalhado com a direção na preparação da próxima época. Os jogadores a recrutar já estão identificados, as lacunas a colmatar também, sabendo que há jogadores que sairão e que será necessário compensar com a mesma qualidade. Gosta que a Direção faça questão em honrar a tempo e horas todos os compromissos assumidos com o grupo de trabalho, mas também tem consciência que isso, conjuntamente com o facto de Mação ficar “numa ponta do distrito e por isso não ser tão fácil atrair jogadores”, poderá ser impeditivo de lutar por outros objetivos.
Paulo Costa e o balanço da época:
Perguntas rápidas:
1- Alguma equipa o surpreendeu ou encheu as medidas com o futebol que apresentou?
2- Alguma equipa que o tenha desiludido ou ficado aquém do que estava à espera?
3- Em termos individuais, pode apontar alguma figura do campeonato?
4- O melhor momento da época?
5- O pior momento da época?
6- No seu entender e pelo futebol jogado, Moçarriense, União Abrantina e Rio Maior, foram efectivamente as equipas que mereceram descer de divisão?
7- Como avalia o desempenho da arbitragem nesta época?
A próxima época:
