Foto: mediotejo.net

O Dia Internacional dos Museus tem este ano como tema “A Força dos Museus” e Mação não fica fora das comemorações desta efeméride. A proposta é para participar numa visita guiada às gravuras rupestres no vale do rio Ocreza, no domingo, dia 22 de maio.

O ponto de encontro será às 8h30, em frente ao Museu, com partida de autocarro para o vale do Ocreza. Os interessados em participar devem marcar o seu lugar telefonando para o Museu: 241 571 477 ou enviando um e-mail para: [email protected]

Esta é a oportunidade perfeita para conhecer e visitar as margens do rio Ocreza, que albergam dezenas de gravuras rupestres, sendo a gravura Paleolítica do Cavalo de Ocreza, descoberta no ano 2000 e que terá sido feita há mais de 20.000 anos, a mais antiga gravura entre os cerca de 40.000 motivos do complexo rupestre do Tejo, e uma das mais importantes da arte rupestre de Portugal central.

Cavalo do Ocreza, a primeira gravura rupestre do paleolítico a ser encontrada no Vale do Ocreza aquando as obras do IP6/A23, e descoberta a 6 de setembro de 2000. Foto: mediotejo.net

Por outro lado, poderá conhecer-se o resultado das últimas escavações e a descoberta mais recente, que aconteceu duas décadas depois dos primeiros achados arqueológicos naquele local. No fim do verão de 2021 foram anunciados novos achados, após alguns meses de escavação promovida pelo Instituto Terra e Memória em parceria com a Câmara Municipal local, Museu de Arte Pré-Histórica, Instituto Politécnico de Tomar e Universidade Autónoma de Lisboa.

Mação anunciou a descoberta de novas gravuras rupestres no vale do Ocreza. Foto: CMM

Foi descoberto um novo painel com quatro a cinco animais gravados na rocha e alguns artefactos nos depósitos que cobriam as gravuras e que serviriam para esculpir, segundo informou na altura o autarca maçaense, Vasco Estrela.

Por norma o percurso tem uma extensão de cerca de 14 quilómetros e um grau de dificuldade considerado difícil, pelo que é aconselhável que os participantes levem roupa confortável, calçado adequado, chapéu e água.

Fonte: CMM

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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