Passos do Senhor, em Mação. Foto: CMM

Devido ao mau tempo que se fez sentir no fim de semana passado, as celebrações das Cerimónias dos Passos do Senhor previstas para o pretérito dia 11 vão realizar-se este domingo, dia 18 de março. A eucaristia tem início pelas 15h00, seguindo-se a Procissão do Senhor dos Passos para o Calvário, com Sermão do Encontro na Praça Gago Coutinho.

Mação iniciou uma das tradições religiosas mais enraizadas na história da vila, as Cerimónias Pascais no sábado passado, dia 10 de março, com o arranque das Cerimónias dos Passos do Senhor.
No sábado realizou-se a comovente Celebração Mariana, e este domingo, dia 18, vai realizar-se excecionalmente a Procissão do Senhor dos Passos.

A Procissão do Senhor dos Passos é, pela sua história e caráter espiritual, um dos acontecimentos mais importantes do panorama religioso de Mação. A Procissão dos Passos reveste-se de especial solenidade e mostra, em quadros figurativos, as figuras que intervieram no julgamento, condenação e morte de Jesus.

A imagem de Jesus, o “Senhor dos Passos”, levando a cruz às costas, atravessa as ruas de Mação como outrora percorreu as de Jerusalém sendo marcante o Encontro com a Sua Mãe e sobe até ao Alto do Calvário, onde tem lugar o Sermão do Calvário junto à Capela de S. Pedro e S. Paulo. À noite tem lugar a Procissão e Sermão da Senhora da Soledade.

De referir que o Terço da Farinheira, o último do Terço da Quaresma, é entoado na madrugada de domingo às 2h30.

Programa para as cerimónias de Domingo, dia 18 de março:

2h30 – Canto do “Terço da Quaresma”
15h00 – Solene Eucaristia e Procissão do Senhor dos Passos para o Calvário, com Sermão do Encontro na Praça Gago Coutinho
21h00 – Procissão da Capela do Calvário para a Igreja da Misericórdia.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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