Registando uma grande adesão. Mação encerra o ciclo de cinema ao ar livre esta quarta-feira com o filme “Top Gun Maverick”, no Largo da Feira, às 21h30. Foto: CMM

O Ciclo de Cinema ao Ar Livre em Mação tem registado “casa cheia” nas oito freguesias por onde passou nas últimas duas semanas, fechando o ciclo de animação de verão esta quarta-feira, 31 de agosto, com o filme “Top Gun Maverick”, no Largo da Feira, em Mação, às 21:30.

Este ano o cinema regressou a Mação, com a inauguração da requalificação do Cine-Teatro da vila. E como as saudades de um bom filme já eram muitas, a sétima arte saltou da tela do cineteatro para todas as freguesias do concelho, num ciclo de Cinema ao Ar Livre que está a decorrer desde o dia 15 e até quarta-feira, 31 de agosto. O cineteatro, por sua vez, estará de férias neste período, em que o cinema salta para a rua.

Esta é uma aposta da Câmara Municipal de Mação, que tem levado nestas duas semanas a exibição de cinema a todas as freguesias, num conceito diferente do habitual, ao ar livre. A penúltima sessão do Ciclo de Cinema ao Ar Livre passou por Penhascoso no dia 25 de agosto, onde mais de 300 pessoas tiveram oportunidade de assistir ao filme “Curral de Moinas”.

Este ciclo é gratuito e tem trazido à tela obras portuguesas com elevado reconhecimento e popularidade, mas não só. A fechar esta iniciativa, no dia 31 de agosto, a vila de Mação recebe novamente o filme «Top Gun – Maverick» dado o sucesso da exibição no Cine-Teatro.

Este ciclo de cinema integra a candidatura “Património Natural, Novas Experiências de Visita”, no âmbito dos Caminhos da Natureza, da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo – Programação Cultural em Rede.

PROGRAMAÇÃO

15/08 – Aboboreira – Pátio das Cantigas
16/08 – Mação – 2 DUROS DE ROER
17/08 – Amêndoa – Leão da Estrela
18/08 – Cardigos – Salgueiro Maia

22/08 – Carvoeiro – Tiro e queda
23/08 – Envendos – Snu
24/08 – Ortiga – Canção de Lisboa
25/08 – Penhascoso – Curral de Moinas
31/08 – Mação – Top Gun

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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