Anta da Foz do Rio Frio, em Ortiga (Mação). Foto: Joaquim Diogo/Rotas de Mação

O Município de Mação, em parceria com o Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado no Vale do Tejo, preparou uma palestra e uma visita guiada aos sítios arqueológicos do Vale do Junco e Anta da Foz do Rio Frio, por forma a comemorar em comunidade o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, um momento anual de celebração da diversidade patrimonial em todo o mundo.

No dia 16 de abril, terça-feira, decorre pelas 14h00 no auditório do Centro Cultural Elvino Pereira, uma palestra com o tema “A importância da água nas comunidades pré-históricas, da nascente até ao mar”, por Fernando Coimbra, arqueólogo, investigador e docente do IPT. A iniciativa tem entrada livre.

Noutra ocasião, também com intuito de aproximar a população ao património do concelho, surge o convite para participar numa visita guiada aos sítios arqueológicos de Vale do Junco e Anta da Foz do Rio Frio, ambos na freguesia de Ortiga, numa atividade que está prevista para 18 de abril – o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios – e que contará com participação da Universidade Sénior de Mação, apesar de ser aberta à população em geral. A concentração para a visita está marcada para as 14h00 em frente ao Museu Municipal de Mação.

As inscrições são obrigatórias e limitadas, devendo ser feitas através do email museu@cm-macao.pt ou do contacto 241571477.

Refira-se que o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi instituído a 18 de abril de 1982 pelo ICOMOS e aprovado pela UNESCO no ano seguinte. A partir dali a data tem fomentado a oportunidade de aumentar a consciência pública relativamente à diversidade do património e aos esforços necessários para o proteger e conservar, permitindo também chamar a atenção para a sua vulnerabilidade.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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