Sociedade Filarmónica União Maçaense. Foto: SFUM

A eterna Banda do Mação comemora 160 anos de existência e como tal a efeméride é assinalada este sábado com a inauguração de uma exposição comemorativa na Galeria do Centro Cultural Elvino Pereira, pelas 17h30. A exposição que faz uma viagem ao passado da atual Sociedade Filarmónica União Maçaense (SFUM) ficará patente até final de março, convidando a olhar o futuro desta importante coletividade.

Segundo a organização, na exposição “Memórias com 160 anos” há de tudo um pouco: desde a história da SFUM com fotos, vídeos, fardamentos, instrumentos musicais, entre outros documentos.

Por outro lado, os visitantes poderão ainda assistir a uma aula da Escola de Música da SFUM na “Aula em Exposição”, ou partilhar recordações no espaço “Memórias Filarmónicas” ajudando a construir uma história mais completa das vivências passadas nesta associação cultural.

SFUM – Mação. Atuação no Largo dos Combatentes. Foto: DR

Esta banda centenária pretende assinalar a data ao longo do ano, “com múltiplos eventos comemorativos”, estando a ser criada uma comissão organizadora, à semelhança do que já aconteceu nas comemorações dos 150 anos, prometendo novidades para breve.

Durante a organização desta exposição, a Filarmónica ganhou “a consciência de que várias memórias acabaram por se perder no tempo” pelo que espera “conseguir recuperar algumas para as poder melhor preservar no futuro”.

Nesse sentido, apela a SFUM para que quem tenha alguma memória documentada a possa partilhar contribuindo para o arquivo dos 160 anos de existência. Para tal, basta enviar um email com cópia para [email protected], seja em texto, áudio, fotografia ou vídeo.

A iniciativa da comemoração dos 160 anos da SFUM resulta de uma parceria com a Câmara Municipal de Mação, contando com o envolvimento de recursos da Biblioteca Municipal, Centro Cultural Elvino Pereira e Museu Municipal.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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