LIVRE cria estrutura municipal para reforçar presença política em Tomar. Foto: LIVRE

O LIVRE iniciou o processo de criação de um núcleo municipal em Tomar, com uma comissão instaladora de 14 elementos, numa iniciativa destinada a reforçar a presença e intervenção política do partido no concelho.

O processo arrancou em 5 de setembro, com a realização de uma reunião pública para a nomeação da Comissão Instaladora do Núcleo Territorial Municipal de Tomar, anunciou o Núcleo Territorial Distrital de Santarém do partido.

Segundo o comunicado, a “vastíssima maioria” dos 14 elementos da comissão tem residência, naturalidade ou raízes no concelho de Tomar e em diferentes freguesias.

O LIVRE pretende que a nova estrutura permita uma maior proximidade com militantes, apoiantes e população, assim como reforçar as relações com associações, instituições e órgãos do poder local.

A criação do núcleo surge na sequência da candidatura apresentada pelo partido às eleições autárquicas de 2025 em Tomar, nas quais não conseguiu eleger representantes para os órgãos municipais, segundo refere o próprio comunicado.

O partido afirma agora pretender dar continuidade ao trabalho iniciado nesse processo eleitoral e manter intervenção nas áreas que definiu então como prioritárias: mobilidade, apoio às famílias, habitação, associativismo e património natural.

“A nossa missão de fazer de Tomar um lugar para ficar não se esgotou nas autárquicas de 2025”, refere a estrutura distrital do LIVRE, defendendo que a criação do núcleo municipal permitirá aumentar a presença regular do partido no concelho.

O Núcleo Territorial Distrital de Santarém considera que a instalação da estrutura de Tomar representa igualmente um passo para o reforço da presença do LIVRE na região do Médio Tejo.

Entre os rostos do LIVRE ligados a Tomar está Natércia Rodrigues Lopes, natural do concelho, que foi candidata do partido à presidência da Câmara nas eleições autárquicas de 2025, numa candidatura apresentada sob o lema “Tomar, um lugar para ficar”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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