Foto: DR

O projeto CIA – Cidadania Informada e Ativa, chega ao concelho de Mação ainda este mês, iniciando na freguesia de Ortiga entre os dias 26 de abril e 7 de maio, com cinco módulos de iniciação à internet. A ação é gratuita e dirigida a adultos com dificuldades em lidar com os meios digitais.

O CIA – Cidadania Informada e Ativa foi desenvolvido pela Rede Intermunicipal de Bibliotecas Públicas do Médio Tejo, e tem por objetivo “capacitar os cidadãos da região para o exercício de uma cidadania informada, num contexto de comunicação digital, reduzindo assimetrias no acesso à informação e aos meios tecnológicos, nomeadamente daqueles que residam mais afastados da biblioteca municipal, onde estes serviços são disponibilizados gratuitamente”.

Em Mação o projeto vai ser promovido entre 2022 e 2023, dividido por 8 conjuntos de ações, um para cada freguesia do concelho.

A primeira ação, que compreende 5 módulos, será na freguesia de Ortiga e decorre entre os dias 26 de abril e 7 de maio. As próximas ações, para as outras freguesias irão sendo divulgadas oportunamente.

Todos os maiores de 18 anos que não saibam ou sintam dificuldades no acesso aos meios digitais de comunicação, podem inscrever-se nesta ação gratuita.

Terá uma carga horária de 10 horas e um limite de 10 pessoas por ação.

O projeto acontecerá na freguesia de Ortiga e na Biblioteca Municipal de Mação.

Informações e inscrições na Biblioteca Municipal de Mação ou através do email [email protected] ou 241 577 200/ ext. 248/249.

Trata-se de uma organização da Biblioteca Municipal de Mação, Rede de Bibliotecas Públicas do Médio Tejo e RNBP – Rede Nacional de Bibliotecas Pública. O projeto é financiado pelo Programa PADES da DGLAB – Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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