II Distrital já tem calendário definido e arranca a 11 de outubro. Foto arquivo: mediotejo.net

O Campeonato Distrital da II Divisão da Associação de Futebol de Santarém arranca a 11 de outubro, com 26 equipas divididas por duas séries e vários confrontos entre clubes do Médio Tejo logo na jornada inaugural.

A primeira fase é disputada por 13 equipas em cada série, a duas voltas, estando a 26.ª e última jornada marcada para 16 de maio de 2027.

Na Série B competem CA Riachense, UD Atalaiense, CDR Alferrarede, VFC Mindense, Sport Abrantes e Benfica B, CD Vilarense, SC Ferreira do Zêzere, Casa do Povo do Pego, CCD Caxarias, LR Melhoramentos de Ortiga, GDR Sardoal Os Lagartos, Tramagal SU e GCDR Bairrense.

A primeira jornada, marcada para 11 de outubro, às 16:00, coloca frente a frente Riachense–Atalaiense, Alferrarede–Mindense, Abrantes e Benfica B–Vilarense, Ferreira do Zêzere–Pego, Caxarias–Ortiga e Sardoal–Tramagal, ficando o Bairrense de folga.

Concluída a primeira fase, a competição prossegue com uma fase final de apuramento do campeão e de promoção, da qual sairão as três equipas que sobem à I Divisão Distrital.

Na II Divisão não há despromoções, uma vez que este é o último escalão dos campeonatos distritais de seniores organizados pela Associação de Futebol de Santarém.

Série A também com 13 equipas

A Série A integra União de Almeirim, Académica de Santarém, GD Rebocho, GD Benavente, QT-SC Rio Maior, Samora Correia B, CD Salvaterrense, ACR Espinheirense, GD Forense, AC Pernes, SCD Glória, União de Santarém B e GD Benfica do Ribatejo.

Na jornada inaugural jogam União de Almeirim–Académica de Santarém, Rebocho–Benavente, QT-SC Rio Maior–Samora Correia B, Salvaterrense–Espinheirense, Forense–Pernes e Glória do Ribatejo–União de Santarém B, ficando de folga o Benfica do Ribatejo.

Na época passada, Moçarriense, Vasco da Gama e Ouriquense garantiram os três lugares de promoção à I Divisão, tendo o Moçarriense conquistado o título de campeão da II Divisão.

Consulte AQUI o calendário 2026-2027.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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