Depois de um empate em Tomar, a equipa do FC Porto entrou decidida a não dar perder mais pontos para o conjunto da cidade templária. Foto: mediotejo.net

Com uma enorme diferença de eficácia desde os momentos iniciais, o Sporting Clube de Tomar não conseguiu contrariar o campeão nacional e líder do campeonato FC Porto. Uma exibição menos conseguida redundou numa derrota por 8-1. O deslize não belisca, no entanto, o percurso da equipa orientada por Nuno Lopes, que mantém o sexto lugar na tabela e já assegurou um lugar no playoff.

O Porto adiantou-se aos quatro minutos, por Rafa e, apesar de Filipe Almeida ainda conseguir empatar, a eficácia de Gonçalo Alves desequilibrou o jogo. Com três golos, fez o resultado disparar para 4-1, ampliado para 5-1 em cima do intervalo por Xavi Barroso.

Na segunda parte, Gonçalo fez o 6-1 muito cedo. As oportunidades de bola parada perdidas pelos jogadores do Tomar sucederam-se e o Porto chegaria, com dois golos de Poka, ao 8-1 final.

Na próxima jornada, o Tomar/IPT recebe a Juventude de Viana no Pavilhão Municipal Cidade de Tomar.

Futebol Clube do Porto:
Cinco Inicial: Xavier Maliàn (gr), Reinaldo Garcia, Xavi Barroso (1), Rafa (1) e Gonçalo Alves (4)
Jogaram ainda: Carlo Di Benedetto, Ezequiel Mena, Poka (2), Giulio Cocco e Tiago Rodrigues (gr)
Treinador: Guillem Cabestany

Sporting Clube de Tomar:
Cinco Inicial: Francisco Veludo (gr), Ivo Silva, Filipe Almeida (1), Pedro Martins e Xanoca
Jogaram ainda: Rúben Sousa, Nery e João Lomba
Treinador: Nuno Lopes

Primeira parte: 1-0 (Rafa), 1-1 (Filipe Almeida), 2-1 (Gonçalo Alves), 3-1 (Gonçalo Alves), 4-1 (Gonçalo Alves), 5-1 (Xavi Barroso)
Segunda parte: 6-1 (Gonçalo Alves), 7-1 (Poka), 8-1 (Poka, ld)
Acção disciplinar: Cartão azul a Gonçalo Alves e Filipe Almeida (2)

c/Sporting Clube de Tomar/Facebook

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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