Feira do Cavalo na Golegã. Foto arquivo: DR

Teve início na sexta-feira, na Golegã, a secular e tradicional Feira de São Martinho, Feira Nacional do Cavalo e Feira Internacional do Cavalo Lusitano. Ao longo do dia de ontem foram dados os últimos toques nos preparativos para o mais importante evento equestre nacional. Durante mais de uma semana, o largo do Arneiro é o centro universal dos amantes de cavalos e da arte equestre. Acompanhe o programa e siga as instruções da GNR, que aqui deixamos.

Desportos e espectáculos equestres, exposições, conferências, apresentações de livros ou o cortejo dos romeiros de São Martinho, são algumas das actividades do programa.

Além disso, podemos encontrar tasquinhas, restaurantes, venda de diversos produtos equestres, e claro, água-pé para acompanhar a castanha assada. Ou não estivéssemos em Novembro. Prova disso foram as más condições climatéricas que obrigaram a algumas alterações ao programa do primeiro dia de feira. O espectáculo equestre da noite foi alterado para este sábado, à mesma hora.

O Hippos recebeu o Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos e a prova de ensino do Concurso de Atrelagem Nacional 2*. Já no Arneiro da Feira disputou-se a prova de ensino da Taça de Portugal de Equitação de Trabalho.

Ainda no dia da abertura foi inaugurada a exposição de pintura “O Lusitano – Uma Lenda Viva”, de Sabine Marciniak, patente na casa nº45, em pleno largo do Arneiro. Uma mostra que merece uma visita, constituída por 60 quadros que transmitem movimento e vida, sobretudo do mundo tauromáquico, mas também equestre. Estará patente até 12 de Novembro. Alemã de nascença e criada no campo, Sabine Marciniak sempre foi fascinada por coisas ibéricas, como as touradas ou o cavalo lusitano. Vive em Portugal há 19 anos e escolheu a Golegã para sua terra há oito.

Programa de 4 DE NOVEMBRO (SÁBADO)

HIPPOS – GOLEGÃ – CENTRO DE ALTO RENDIMENTO DE DESPORTOS EQUESTRES

09h00 Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos

ARNEIRO DA FEIRA

09h00 Concurso de Resistência Equestre – Partida

09h00 Taça de Portugal de TREC – POR – Prova de Orientação – Partida

14h00 Taça de Portugal de Equitação de Trabalho – Prova de Maneabilidade

19h00 Entrega de Prémios do Concurso de Resistência Equestre

21h30 Concurso Nacional Especial de Saltos de Obstáculos – Potência (Prova das 6 barras) II Troféu Pedro

QUINTA DA LABRUJA

14h00 CAN Concurso de Atrelagem Nacional 2 – Prova de Maratona

PICADEIRO LUSITANUS/CLUBE DO CRIADOR

18h30 Abertura da Exposição “Carvão Lusitano”, de Rui Valente Perfeito

CAMPO DE TÉNIS

09h00 XX Open Golegã FNC

Conselhos e instruções da GNR:

A Guarda Nacional Republicana, no âmbito da XLII Feira Nacional do Cavalo, que coincide com a XIX Feira Internacional do Cavalo Lusitano e Feira de São Martinho, entre o dia 3 e 13 de novembro, realiza a Operação Golegã 2017, com o objetivo de garantir a segurança e tranquilidade dos visitantes e participantes.

Estão empenhadas diversas valências da Guarda Nacional Republicana, designadamente, posto de comando, a componente de trânsito e territorial, forças de intervenção e ordem pública, investigação criminal, patrulhas a cavalo, binómios cinotécnicos e patrulhas moto.

A Guarda Nacional Republicana aconselha:

  • Siga as instruções dos militares da GNR;
  • Prepare a sua viagem e planeie os itinerários, certificando-se de que o veículo está em perfeitas condições de segurança;
  • Se conduzir, não ingira bebidas alcoólicas;
  • Utilize o cinto de segurança e os sistemas de retenção para crianças;
  • Memorize o local onde estaciona a sua viatura;
  • Não deixe à vista bens no interior do veículo;
  • Transporte pequenas quantias em dinheiro;
  • Nunca perca de vista os idosos e crianças que o acompanha;
  • Se veio em grupo registe a identificação e o número de telemóvel do responsável;
  • Se se perder ou necessitar de auxílio solicite ajuda aos os militares da GNR.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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