Casa Mendes Gonçalves expande negócio com aquisição da Diese. Foto: DR

A Casa Mendes Gonçalves adquiriu a marca portuguesa de alimentação saudável Diese por 300 mil euros, numa operação que assinala a entrada da empresa da Golegã na área da nutrição consciente e que será acompanhada pelo relançamento da histórica insígnia com uma nova identidade e novos produtos.

O valor da aquisição foi confirmado pela empresa, depois de a Casa Mendes Gonçalves ter anunciado, em comunicado, a integração da Diese no seu portefólio de marcas.

Fundada em 1955, a Diese é considerada uma das marcas pioneiras da alimentação saudável em Portugal. Segundo a empresa, a aquisição enquadra-se na estratégia de crescimento da Casa Mendes Gonçalves enquanto “Casa de Marcas” portuguesas, permitindo alargar a atividade a um novo segmento de mercado.

Numa primeira fase, a Diese será relançada com uma identidade visual renovada e uma gama inicial composta por vinagres de sidra 100% não filtrados, incluindo versões com gengibre e mel, bem como manteigas de amendoim e creme de amêndoa, estando previstos novos lançamentos ao longo do ano.

Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da Casa Mendes Gonçalves, Carlos Mendes Gonçalves, afirma que a empresa pretende dar continuidade ao legado da Diese, adaptando a marca “a um consumidor mais informado, exigente e atento a novas tendências”.

Também citada na nota, a gestora da marca (Brand Manager), Melissa Branco, refere que o relançamento pretende aproximar a Diese de uma nova geração de consumidores, mantendo o posicionamento da marca na alimentação saudável.

Casa Mendes Gonçalves expande negócio com aquisição da Diese. Foto: MG

Com sede na Golegã, a Casa Mendes Gonçalves dedica-se à produção e distribuição de produtos alimentares, sendo detentora de marcas como Paladin, Peninsular, Moreno, Sacana, Biomit, Rubies in the Rubble, Dona Pureza e, agora, Diese.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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