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O Comando Territorial de Santarém da GNR, através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Especificas (NIAVE), procedeu à detenção de dois homens de 43 e de 47 anos, por violência doméstica, nos concelhos do Entroncamento e Alcanena, em diligência efetuadas nos dias 18 e 19 de agosto, respetivamente.

No âmbito de investigação por violência doméstica através do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE), a GNR apurou que um suspeito de 43 anos “exercia violência psicológica e social sobre a vítima, sua companheira de 51 anos”, no concelho do Entroncamento.

O homem foi detido após cumprimento de mandado de detenção fora de flagrante delito, e após ter sido presente ao Tribunal Judicial de Santarém, foi-lhe decretada “a medida de coação de proibição de contactos com a vítima e apresentação semanal no posto da área da residência”.

Também no concelho de Alcanena, a GNR deteve um homem de 47 anos no âmbito de investigação por violência doméstica, tendo os militares realizado diligências “que permitiram apurar que o suspeito exercia violência psicológica e social sobre a vítima, sua companheira de 34 anos”.

Segundo o CT de Santarém da GNR, “no decorrer da ação foi dado cumprimento a um mandado de detenção fora de flagrante delito, no concelho de Alcanena” tendo o detido sido presente ao Tribunal Judicial de Santarém “onde foi decretada a medida de coação de proibição de contactos com a vítima e afastamento controlado por meios eletrónicos”.

A Guarda Nacional Republica recorda, em comunicado, que a violência doméstica é um crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva.

A GNR realiza regularmente campanhas e ações de sensibilização sobre o tema da Violência Doméstica e relembra que, se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de violência doméstica, deve participá-lo por diversos canais disponíveis:

  • Via telefónica, através do número de telefone 112;

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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