Bruno Marques é o Coordenador Municipal de Proteção Civil de Gavião. Créditos: CMG

O Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil de Gavião à covid-19 foi desativado na quarta-feira, 27 de abril. A decisão foi tomada pela Comissão Municipal de Proteção Civil, em reunião extraordinária, tendo sido aprovada por unanimidade.

Considerou que “não se encontrando erradicada a doença [covid-19], é expectável que os casos positivos possam continuar a surgir, com maior ou menor incidência, encontrando-se, no entanto, definidos todos os mecanismos e procedimentos a tomar perante tais casos, de acordo com as orientações da DGS”.

Dos vários critérios tidos em conta para a desativação do Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, forma destacados: “A taxa de vacinação contra a covid-19 em Portugal é das mais elevadas no mundo, e no território municipal ultrapassa os 93% da população com o esquema de vacinação completo; a vacinação com a dose de reforço, foi administrada a toda a população elegível; manter-se-á o apoio prestado às entidades e instituições do concelho que diariamente concorrem, de forma especialmente relevante, para o controlo e a minimização dos impactos provocados pela pandemia em curso; eliminação da generalidade das medidas restritivas de resposta à doença por parte do Governo”.

Segundo a Comissão Municipal de Proteção Civil “não obstante esta desativação, todo o trabalho de monitorização e acompanhamento da situação continuará a ser realizado por parte dos serviços do município, não constituindo esta decisão qualquer retração perante a necessidade de se manterem em vigor todas as medidas de saúde pública julgadas adequadas e convenientes”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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