A seleção nacional de futsal vai realizar dois jogos de preparação para o Campeonato da Europa antes de viajar para a Eslovénia no dia 28 de janeiro. Portugal vai defrontar a Tailândia no dia 25 de janeiro e Marrocos no dia 26, ambos às 20h30, no Palácio dos Desportos, em Torres Novas.

A entrada é livre mediante apresentação de convites, que poderão ser levantados a partir de segunda-feira, dia 22 de janeiro, às 14h, na receção das Piscinas Municipais Fernando Cunha (levantamento limitado a 4 convites por pessoa).

Oportunidade para ver Ricardinho, o melhor jogador do Mundo
O Selecionador Nacional, Jorge Braz, revelou esta segunda-feira a lista de convocados que vai representar Portugal no Campeonato da Europa de Futsal que vai ser disputado na Eslovénia entre os dias 30 de janeiro e 10 de fevereiro de 2018, na Stozice Arena, em Liubliana. Entre eles está, naturalmente, Ricardinho, recentemente eleito pelo Futsal Planet, que tem a chancela da FIFA, o melhor jogador de futsal do mundo pela quinta vez, batendo, assim, um recorde.
O jogador dos espanhóis do Inter Movistar, que superou os quatro troféus do brasileiro Falcão, já tinha conquistado o prémio nas últimas três edições, em 2014, 2015 e 2016, e também em 2010, quando conduziu o Benfica ao triunfo na UEFA Futsal Cup.
A Equipa das Quinas está integrada no Grupo C, juntamente com a Roménia e a Ucrânia.

Eis a lista de convocados:
Guarda-redes: André Sousa (Sporting CP), Bebé (Leões de Porto Salvo) e Vítor Hugo (SC Braga/AAUM);
Fixos: André Coelho (SL Benfica), Fábio Cecílio (SL Benfica), João Matos (Sporting CP) e Nilson (SC Braga/AAUM);
Alas: Pany (Sporting CP), Bruno Coelho (SL Benfica), Márcio (AD Fundão), Pedro Cary (Sporting CP), Ricardinho (Inter Movistar) e Tiago Brito (SL Benfica);
Pivô: Tunha (CF ‘Os Belenenses’).

Nilson descarta favoritismo no Europeu de futsal, mas quer trazer medalha

O internacional português Nilson, estreante num Europeu de futsal, considerou que Portugal não é um favorito na competição, mas que tem uma “palavra a dizer” depois do bom desempenho no Mundial.

“Favorito não, mas depois do Mundial que fizemos, em que ficámos em quarto lugar, ao chegar ao Europeu queremos fazer também o melhor, termos uma palavra a dizer”, disse o fixo, jogador do Sporting de Braga, em declarações à assessoria de imprensa da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Nilson, a estagiar com a seleção portuguesa em Rio Maior antes do Europeu, que decorrerá de 30 de janeiro a 10 de fevereiro na Eslovénia, entende que será uma fase final muito competitiva.

“É uma competição grande, um pavilhão que é excelente. Favoritos? Espanha, Rússia, acho que a Itália tem uma palavra a dizer, como nós. Surpresas? Não sei, acho que vai ser um Europeu muito complicado para todos”, defendeu.

O jogador, de 25 anos, considerou ainda que o momento é o de “afinar a máquina” e lembrou que a seleção das ‘quinas’ tem o melhor jogador do mundo, Ricardinho, não sendo despropositado pensar em trazer uma medalha da Eslovénia.

“Temos um grupo muito competente de jogadores, temos o melhor do mundo, e temos de esperar coisas boas, não vamos passear, queremos voltar com uma medalha, é para isso que vamos lá”, disse.

Em relação aos adversários na fase de grupos, o fixo lembrou que a Roménia é uma ‘velha conhecida’ e que a Ucrânia tem estado a crescer.

“[A Roménia] é uma equipa bastante competente, já jogam juntos há bastante tempo (…). A Ucrânia normalmente é muito forte fisicamente, a nível de futsal tem evoluído bastante, vai ser um grupo bastante competitivo”, justificou.

Nilson disse ainda que ir ao Europeu era um dos objetivos de carreira, uma oportunidade que tinha que agarrar, referindo que “o comboio não passa duas vezes” e que, por isso, quer agarrar a oportunidade”.

“Dei sempre o meu melhor, tanto aqui, como no meu clube, o Braga, a que devo muito. Quero continuar a estar presente, quero fazer um bom Europeu, se a seleção estiver bem, estou bem”, acrescentou.

Portugal defronta a Roménia em 31 de janeiro e a Ucrânia em 04 de fevereiro, com os dois primeiros de cada grupo a garantirem um lugar nos quartos de final.

No palmarés de Europeus, que na Eslovénia terá a sua 11.ª edição, Portugal teve como melhor resultado um segundo lugar, em 2010, quando perdeu a final com a Espanha (4-2), país recordista de títulos europeus, com sete.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply