Ferreira do Zêzere goleou o Bairros por 7-2 e mantém a liderança na luta pela subida à 1ª divisão nacional. Foto arquivo: mediotejo.net

O Eléctrico, de Ponte de Sor, foi hoje surpreendido em casa pelo Portimonense e perdeu por 1-4 na 22ª jornada da Liga Placard, ao passo que o Ferreira do Zêzere, a lutar para subir à primeira divisão nacional, obteve uma vitória robusta por 7-2 frente ao Bairros, resultado que o mantém na liderança.

A jogar em casa, a vitória do Ferreira do Zêzere por 7-2 , (2-2 ao intervalo) permitiu à equipa orientada por Rogério Serrador chegar aos 34 pontos e manter o 1º lugar da classificação à passagem da 15ª jornada. O Caxinas, que venceu o AMSAC por 1-2, soma 32 pontos e segue no 2º lugar, a dois pontos do Ferreira do Zêzere, e tem um jogo em atraso. Estas equipas os dois lugares que dão direito ao bilhete de subida à Liga Placard.

Mas a tarefa não está fácil e o campeonato está ao rubro, havendo mais três perseguidores muito perto dos dois lugares da frente, todos com 29 pontos. O AMSAC, derrotado hoje pelo Caxinas por 1-2, mas que tem já 15 jogos disputados (contra 13 jogos do Ferreira do Zêzere e 12 jogos do Caxinas), o Belenenses, que tem 13 jogos e goleou hoje o Marítimo (5-1), e a própria equipa do Funchal, que soma 29 pontos, mas tem já 15 jogos disputados.

No sábado, 23 de abril, o Ferreira do Zêzere joga precisamente no Funchal, perante o Marítimo, em mais um jogo em que só os três pontos contam. Confira AQUI a classificação atualizada.

O Eléctrico, comandando por João Freitas Pinto, apesar de derrotado hoje em casa pelo Portimonense, continua a desenvolver uma época notável e segue no 4º lugar da Liga Placard, só atrás de Sporting, que lidera, Benfica, e a dois pontos do Fundão, equipa que empatou 3-3 com os Leões de Porto Salvo. O jogo grande da jornada disputa-se apenas no dia 19 de abril, e vai opor Benfica e Sporting.

No próximo sábado, 23 de abril, o Eléctrico vai jogar ao pavilhão do Fundão, e pode ascender ao 3º lugar, em caso de vitória. Consulte AQUI a classificação atualizada.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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