Equipa de Ferreira do Zêzere venceu o Bairros por 0-3 na fase de apuramento de subida de divisão. Foto arquivo: mediotejo.net

No jogo da jornada 7 da I divisão nacional de futsal, disputado esta quarta-feira, o Elétrico venceu fora e está no grupo dos quartos classificados, com 13 pontos. O Ferreira do Zêzere ganhou no fim de semana ao Venda Nova e continua invicto, sendo o líder da sua série na II divisão nacional.

O Eléctrico chegou ao grupo dos quartos classificados na Liga Placard, mercê do triunfo no reduto do Nun’Álvares por 2-5. Para a equipa da casa marcaram Caíque Melo, aos 3 minutos, e Dudu, aos 15, ao passo que para o conjunto de Ponte de Sor marcaram Célio Coque (4 e 7′), Gustavo Rodrigues (5′), John Lennon (25′) e Ferrugem (33′).

A equipa orientada por João Freitas Pinto tem 4 vitorias, um empate e duas derrotas (13 pontos), e no próximo sábado recebe o Modicus, atual 10º classificado, com 7 pontos. O Fundão é o líder somando por vitórias os sete jogos já disputados.

Na segunda divisão nacional, o Sport Club Ferreira do Zêzere recebeu e venceu no sábado a equipa da UP Venda Nova, por 2-1, seguindo na liderança isolado e invicto na série B, com 7 vitórias e dois empates, ao fim de novo jornadas disputadas.

No penúltimo jogo em casa (referente à fase de qualificação para o apuramento de campeão e de subida de divisão), a primeira parte foi muito equilibrada com o nulo a perdurar até ao descanso.  A segunda parte começou com David Costa a abrir o marcador para a equipa da casa, tendo Rui Fortes ampliado para 2-0 poucos minutos depois. A equipa da Venda Nova ainda reduziu para 2-1, mas a vitória já não fugiria à equipa de Ferreira do Zêzere.

A faltar dois jogos para terminar a fase de apuramento, a equipa de Rogério Serrador segue invicta no campeonato e soma 23 pontos, resultado de 7 vitórias e 2 empates.

A próxima jornada disputa-se a 20 de novembro, com a o Ferreira do Zêzere a deslocar-se ao pavilhão do Ladoeiro, atual 3º classificado, encerrando esta fase em casa, no dia 27, com o Tires.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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