O campeonato da II Divisão Distrital da AF Santarém arranca a 11 de outubro e este ano não vai contar com a equipa dos ‘Dragões’ de Alferrarede, histórico clube do concelho de Abrantes. A ausência é uma baixa notada na competição, mas a pandemia de covid-19 a assim obrigou, disse ao mediotejo.net José Seixas, membro da comissão administrativa.

Fundado no dia 10 de maio de 1935, o Clube Desportivo Recreativo “Os Dragões” de Alferrarede completou este ano 85 anos de existência, sendo gerido por uma comissão administrativa desde 21 de janeiro de 2019. José Seixas, um dos elementos da comissão, explicou ao mediotejo.net os motivos desta decisão, tendo feito notar que os escalões de formação manter-se-ão no ativo, assim a evolução da pandemia o permita.

Esta época desportiva, além do Clube Desportivo Recreativo “Os Dragões” de Alferrarede, decidiram não participar no campeonato da 2ª divisão o Goleganense, Tomar B, e Ferreira do Zêzere B, surgindo, no entanto, novos clubes neste campeonato, caso do CD Fátima, Ouriense e Águias de Alpiarça, estes últimos regressos que se saúdam.  No total vão participar na 2ª divisão distrital 20 equipas, divididas em duas séries de 10 cada.

Campo CUF em Alferrarede foi inaugurado a 16 de dezembro de 2017. Este ano não vai contar com futebol sénior devido à pandemia. Foto: mediotejo.net

SÉRIE A: ACD ALDEIENSE; CAXARIAS; CD FÁTIMA; CA OURIENSE; ESPINHEIRENSE; VASCO GAMA; LRM ORTIGA; ATALAIENSE; ABRANTES BENFICA “B”; e TRAMAGAL SU.

SÉRIE B: AREPA; BENAVENTE; BENFICA RIBATEJO; MARINHAIS; SALVATERRENSE; FORENSE; “OS AGUIAS”; GD REBOCHO; FAZENDENSE “B”; E GD SAMORA CORREIA “B”.

O campeonato arranca a 11 de outubro e é antecedida pela primeira pré-eliminatória da Taça do Ribatejo, já este domingo, dia 4 de outubro, com a realização de três jogos.

JOGO 1 UD ATALAIENSE X AREPA

JOGO 2 GD BENAVENTE X LRM ORTIGA

JOGO 3 GD BENFICA RIBATEJO X GD FORENSE

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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