Lobos do Carvalhal (Abrantes) lançam apelo a Nuno Espírito Santo. Foto: DR

O treinador da equipa de futebol da Associação Cultural Desportiva e Recreativa ‘Os Lobos do Carvalhal’, clube do concelho de Abrantes que disputa o Inatel, lançou um apelo público de ajuda a Nuno Espírito Santo, treinador português do Wolverhampton (‘Lobos do Mundo), e que já está ter eco a nível nacional.

Em carta aberta assinada pelo treinador Miguel Alves, o clube que disputa o distrital de Santarém do Inatel está em vias de não conseguir competir na nova temporada, uma vez que subsiste, sobretudo, com dinheiro angariado através das festas de verão, que este ano não se puderam realizar devido à pandemia de Covid-19.

Os ‘Lobos’ do Carvalhal, clube do concelho de Abrantes, disputa o distrital do Inatel de Santarém. Foto: Lobos

“Como vamos fazer aquilo que mais gostamos? Como vamos inscrever os jogadores e a equipa? Nuno nós somos Lobos! Como podemos ficar de fora? Como podemos adquirir equipamentos novos que estão a ficar velhinhos? Como vamos poder comprar material e roupa para treinarmos? E os bebedouros individuais devido a esta maldita pandemia? E a protecção nos balneários? Como vamos fazer? E a dimensão dos mesmos? Nuno nós somos Lobos, temos a mesma cor de equipamentos, o mesmo símbolo, temos a mesma paixão, temos a mesma garra, temos o mesmo amor ao Clube, somos portugueses, somos latinos, não podemos vergar, não podemos vacilar, não podemos falhar! Nuno ajude-nos a participar, ajude-nos a ganhar!”, pode ler-se no apelo.

Leia a carta na íntegra:

https://www.facebook.com/notes/miguel-alves/carta-aberta-ao-mister-nuno-esp%C3%ADrito-santo/4329715193736763/

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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