Festival Geração Espaço continua em Constância com ciência, meteoritos e observação do céu. Foto: CCV

O Festival Geração Espaço prossegue durante este mês de outubro no Centro Ciência Viva de Constância – Parque de Astronomia, com três palestras dedicadas à ciência, exploração espacial e ligação do espaço à vida na Terra. As sessões realizam-se nos dias 17, 24 e 31, sempre às 21h00 e com entrada gratuita.

A próxima iniciativa acontece no sábado, 17 de outubro, com José Carlos Fernandes, diretor do Centro Ciência Viva de Arcos de Valdevez, que apresenta a palestra “Do Espaço à Terra: A Ciência de Ser Cão”. No final, o público é convidado a permanecer no Centro Ciência Viva para uma sessão de observação do céu através dos telescópios.

Uma semana depois, no dia 24, o festival recebe Fábio da Silva, jornalista, comunicador de ciência e criador do projeto Universo Perpendicular. “Do Universo a Portugal: o Espaço nas Nossas Vidas” é o tema da palestra, que propõe olhar para a presença e influência das ciências espaciais no quotidiano e para o posicionamento de Portugal neste setor.

O ciclo encerra a 31 de outubro com Vera Assis Fernandes, geóloga lunar, que leva a Constância a palestra “À Caça de Meteoritos no Planalto e Montanhas da Antártida”. Também esta sessão começa às 21h00 e termina com a possibilidade de observação astronómica através dos equipamentos do Centro.

O Festival Geração Espaço arrancou no dia 3 de outubro com Miguel Gonçalves, comunicador de ciência e apresentador do programa da RTP “A Última Fronteira”, que apresentou “10 Imagens, Imensas Histórias”. A iniciativa pretende prolongar por todo o mês de outubro a celebração do espaço e das ciências espaciais em Constância.

Promovido pelo Centro Ciência Viva de Constância – Parque de Astronomia, no âmbito do programa Pessoas 2030, o festival integra ainda outras iniciativas ligadas à divulgação científica e à astronomia. Mais informações podem ser obtidas através do endereço [email protected] ou dos contactos 249 739 066 e 911 588 984.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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