Filhós são rainhas da festa este sábado em Água Travessa. Foto ilustrativa: DR

A filhós volta a ser rainha da festa este sábado, 12 de setembro, em Água Travessa, no concelho de Abrantes, numa jornada que junta gastronomia, desporto, música e convívio no 3.º Festival da Filhós.

O recinto abre às 12h00 para os almoços, com uma ementa onde, além das inevitáveis filhós, haverá frango assado, sopa da pedra e outros petiscos.

A iniciativa, promovida pelo Água Travessa Futebol Clube (ATFC), recupera e mantém uma tradição com raízes antigas na localidade da freguesia de Bemposta, onde a Festa da Filhós se realiza habitualmente em setembro.

A própria Câmara Municipal de Abrantes inclui a Festa da Filhós entre as festividades tradicionais de Água Travessa, a par dos festejos populares realizados no verão.

A edição deste ano, apresentada como 3.º Festival da Filhós, volta a associar a componente gastronómica à atividade desportiva e à animação popular. Depois da abertura do recinto para os almoços, às 12h00, o programa prossegue às 16h00 com uma tarde desportiva.

Às 20h00 começa a animação musical durante os jantares e, uma hora depois, às 21h00, sobe ao palco a Banda Brysas, responsável pelo baile que encerra a programação.

A gastronomia assume lugar central ao longo de todo o dia, com frango assado, filhós e outros petiscos, sopa da pedra, bebidas e um bar jovem.

As filhós são, de resto, presença habitual nas iniciativas promovidas em Água Travessa. Ainda em julho deste ano, nos festejos populares realizados no Parque Desportivo, integravam a oferta gastronómica juntamente com o frango assado e outros petiscos.

O Festival da Filhós conta com o apoio institucional da Junta de Freguesia de Bemposta e do Município de Abrantes, a par do envolvimento de empresas da região.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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