Feira de São Brás e Mostra da Tigelada cancelados devido ao mau tempo. Foto arquivo:: Zé Paulo Marques

Após o interregno provocado pela pandemia, a Feira de S. Brás regressou no domingo ao município de Ferreira do Zêzere para a sua 22ª edição. A Feira de São Brás é uma recreação das feiras dos anos 30, onde os participantes trajados à época mostram alguns objetos e tradições do antigamente, aproveitam para petiscar e socializar, além de participarem em jogos e atividades alusivas à época.

Em simultâneo, a par da atuação dos ranchos folclóricos da freguesia, e da feira mostra de artesanato e velharias, realizou-se também a 12ª Mostra da Tigelada, um dos doces que tem sido destaque na Feira Mostra ao longo das últimas edições. Este doce de origem conventual, que deve o seu nome às tigelas de barro onde são cozidas e que se popularizou por todo o país, marcou presença mais uma vez nas tasquinhas das associações presentes neste evento.

Ao longo do dia foram muitas as pessoas que passearam na feira, um certame realizado pela primeira vez pelo atual executivo da Junta de Freguesia, presidido por Armando Cotrim, e que apresentou como novidade um carrossel tradicional movido a pedais e uma imagem de São Brás, que agora fica na sede da junta de freguesia.

A organização da Feira de São Brás é da responsabilidade da Junta de Freguesia de Ferreira do Zêzere, com a colaboração da Câmara Municipal, das coletividades, artesãos e instituições e da freguesia.

Armando Cotrim, presidente Junta Freguesia Ferreira do Zêzere

ÁUDIO | ARMANDO COTRIM, PRESIDENTE JF FERREIRA DO ZÊZERE:

Guida Ferreira, artesã

ÁUDIO | GUIDA FERREIRA, ARTESÃ:

Helena Gaspar, artesã

ÁUDIO | HELENA GASPAR PEREIRA, ARTESÃ/’RECICLAR SEM STRESS’:

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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