Rosinha atua no domingo, dia 4, em Ponte de Sor, Foto: DR

A Feira da Ponte regressa este sábado a Ponte de Sor para três dias de comércio, diversões, gastronomia e animação, numa edição que recupera a mostra agrícola e pecuária e apresenta uma nova identidade. Marco Morgado e Rosinha são os principais nomes do programa musical.

Também conhecida como Feira de Outubro ou Feira de São Francisco de Assis, a iniciativa decorre entre 3 e 5 de outubro, no Parque de Mercados e Feiras, na zona norte da cidade, e é apontada pelo Município como um dos eventos mais antigos de Ponte de Sor.

A abertura oficial está marcada para as 10h30 deste sábado, 3 de outubro, junto à Mostra de Gado. A autarquia apresenta a edição de 2026 sob o lema de uma “nova identidade”, procurando reforçar a componente histórica e recuperar elementos associados às origens do certame.

Entre as principais novidades está precisamente o regresso da mostra agrícola e pecuária, com a instalação de um pavilhão destinado à exposição de animais. A feira volta também a integrar os divertimentos tradicionais, entre os quais carrinhos de choque, carrosséis e outras estruturas de animação.

A oferta inclui ainda feira tradicional, exposição automóvel e de tratores e uma praça de restauração, além de animação cultural e musical ao longo dos três dias, num modelo que pretende conjugar a memória da antiga feira com novas propostas de entretenimento.

Na componente musical, Marco Morgado atua no sábado, 3 de outubro, às 21h00, enquanto Rosinha sobe ao palco no domingo, dia 4, também às 21h00, de acordo com o cartaz divulgado pelo município.

A Feira da Ponte tem raízes que remontam ao reinado de D. Manuel I, entre 1495 e 1521, sendo historicamente conhecida também como Feira de São Francisco de Assis. Ao longo dos anos, o certame manteve a ligação ao comércio tradicional e às diversões, embora com diferentes formatos e dimensões.

Em 2026, a organização assume como objetivo recuperar parte desse significado histórico, reintroduzindo a componente agrícola e pecuária e reforçando a oferta de comércio, restauração e animação no Parque de Mercados e Feiras.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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