Presidente da Croácia (sentada), Presidente da República (centro) e Presidente de Ourém Foto: facebook Luís Albuquerque

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acompanhou a procissão das velas na noite de sábado, 12 de maio, trazendo consigo a Presidente da República da Croácia, Kolinda Grabar-Kitarovic, e o presidente da CM Ourém, Luís Albuquerque.

À chegada o Presidente não se dirigiu aos jornalistas, informando que estava no recinto a título pessoal, assim como a líder croata. Posteriormente, já depois da meia noite, deixou algumas palavras.

O responsável considerou que Fátima “é universal para os católicos, mas é universal para aqueles que não são católicos, é um sinal de paz, de encontro e de ecumenismo, isso é muito importante para Portugal”.

Foto: Santuário de Fátima

Milhares de peregrinos participaram no sábado na peregrinação internacional aniversária ao Santuário de Fátima, um ano depois do Centenário das Aparições, da visita do papa Francisco e da canonização de Francisco e Jacinta Marto.

“Foi muito impressionante aquilo que pudemos ver, a senhora Presidente da Croácia e eu próprio, porque era realmente um momento especial, que é sempre a véspera de dia 13 e calhou num fim de semana”, adiantou Marcelo Rebelo de Sousa, admitindo que estava no recinto do santuário “muito mais gente do que é habitual, muito mais diversa em termos de origens, mais peregrinações inesperadas, por exemplo da Índia, o que não é muito vulgar, e de países latino-americanos mais do que é costume”.

O Presidente da República destacou, por outro lado, “uma participação, que é nova”, a de o principal celebrante ser o cardeal de Hong Kong, “ou seja, a presença da China”.

“Nesse sentido, Fátima é universal, não há dúvida”, acrescentou.

A peregrinação internacional de maio ao Santuário de Fátima, que termina hoje, é presidida pelo cardeal John Tong, bispo emérito de Hong Kong.

Anunciaram-se no santuário, para esta peregrinação, 148 grupos, com um total de nove mil peregrinos de 26 países.

C/LUSA

 

Cláudia Gameiro, 32 anos, há nove a tentar entender o mundo com o olhar de jornalista. Navegando entre dois distritos, sempre com Fátima no horizonte, à descoberta de novos lugares. Não lhe peçam que fale, desenrasca-se melhor na escrita

Deixe um comentário

Leave a Reply