Brigada Mecanizada. Foto arquivo: Exército

O Campo Militar de Santa Margarida, em Constância, acolhe até sexta-feira, dia 12 de maio, o maior exercício nacional do Exército português. Liderado pelo Comando das Forças Terrestres, o Orion 23 conta com o empenhamento de 1.100 militares de Portugal, Espanha, França e Roménia, e observadores do Exército americano.

Em comunicado, o Exército português refere que este exercício, fundado num cenário NATO, procura “testar os mecanismos de Defesa Coletiva da Aliança no restabelecimento da soberania e da integridade territorial dos seus membros”, por via da intervenção das suas Forças Armadas.

Além de forças nacionais, participam no ORION 23 militares dos exércitos do Reino de Espanha (Brigada Extremadura XI), de França (9º Brigada de Infantaria de Marinha), e da Roménia (da Brigada Multinacional Sudoeste). Também a Força Aérea Portuguesa participa no ORION23, no âmbito do “planeamento e sincronização” de execução do exercício.

Conduzido pelo Comando das Forças Terrestres, entre 02 e 12 de maio, o ORION 23 materializa o maior exercício do Exército português, no âmbito de uma Operação Conjunta de artigo 5.º da NATO, de cariz conjunto e combinado, centrada na componente terrestre.

O exercício ORION 23, refere a mesma nota, visa “promover o reforço da integração de capacidades multinacionais, bem como, a prontidão e a interoperabilidade, num conflito de alta intensidade”, contando com a participação de mais de 1.100 militares de Portugal Continental, das Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, e ainda de países aliados, de Espanha, França, Roménia e Estados Unidos da América.

Na quinta-feira, dia 11 de maio, terá lugar na Brigada Mecanizada, em Santa Margarida, uma sessão de fogos reais com um diverso e abrangente sistema de armas.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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